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	<title>Arquivos Teologia - Auriciene e Gedeon Lidório</title>
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	<title>Arquivos Teologia - Auriciene e Gedeon Lidório</title>
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		<title>A boca fala do que está cheio o coração</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gedeon Lidorio]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Apr 2020 18:40:24 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Lucas reúne ensinamentos de Jesus no capítulo 6 com alguns objetivos. Dentre eles, há um claro contraste entre aquele coração contrito e arrependido diante de Deus e o outro coração, que demonstra com suas obras, palavras e atitudes que ainda é o mal que comanda sua vida, que ainda não chegou ao arrependimento, pois, &#8220;a&#8230;</p>
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<p>Lucas reúne ensinamentos de Jesus no capítulo 6 com alguns objetivos. Dentre eles, há um claro contraste entre aquele coração contrito e arrependido diante de Deus e o outro coração, que demonstra com suas obras, palavras e atitudes que ainda é o mal que comanda sua vida, que ainda não chegou ao arrependimento, pois, &#8220;a boca fala do que está cheio o coração&#8221;.</p>



<span id="more-12095"></span>



<p>Jesus encontra-se (em Lucas 6) com pessoas atormentadas e doentes e os cura, libertando-os do mal que assola sua alma e seu corpo.</p>



<p>Olhando estas pessoas, ele fala com seus discípulos sobre bem-aventuranças, fala sobre felicidade, fala sobre fartura, fala sobre alegria e fala do relacionamento com ele, o Filho do Homem. Estes, que participam da alegria do relacionamento são aqueles sobre quem o arrependimento chegou e conseguem olhar o quão miseráveis são e buscam a Cristo, para a cura de suas vidas.</p>



<p>Ao mesmo tempo, ele fala sobre esse outro grupo de pessoas, que ele chama de os ricos. Os ricos são aqueles que não encontram razão para se sentirem miseráveis, pois julgam ter tudo o que precisam, julgam ter felicidade, fartura e riqueza. Não se encontram preocupados e são bem falados e acabam se revelando como pessoas falsas.</p>



<p>Novamente ele se volta para os seus discípulos e ensina: amem seus inimigos; façam bem àqueles que odeiam vocês. Abençoem aqueles que amaldiçoam vocês; orem por aqueles que prejudicam vocês.</p>



<p>Jesus ainda ensina que amar aqueles que nos amam é fácil e que até os ímpios fazem isso. Fazer o bem às pessoas que nos fazem bem não é nada extraordinário, é esperado e comum.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Confusão</h4>



<p>Creio que há uma grande confusão na cabeça dos discípulos, pois eles aprenderam diferente com a religião judaica, com os saduceus no templo, com os fariseus nas sinagogas, com os mestres da lei, os professores de teologia.</p>



<p>Olha para alguém rico é olhar para alguém abençoado por Deus &#8211; essa era mais ou menos a teologia da época (não sei se hoje é muito diferente…). Olhar para alguém que afasta os inimigos é ver uma pessoa sábia (era assim que ensinava a teologia da época de Jesus). Tratar alguém com desprezo porque fazia parte da escória da época (mulheres, pobres, doentes, imigrantes, lunáticos etc.) era considerado como bom para a religião, pois na teologia farisaica da época, Deus os estava amaldiçoando por causa dos seus pecados ou dos pecados de seus pais.</p>



<p>Assim, Cristo ensina aos seus discípulos como distinguir alguém arrependido e de coração contrito &#8211; e certamente não era por causa dos seus atos de contrição religiosa, ou suas ofertas no gazofilácio, ou mesmo por causa das suas roupas ou ofertas de sacrifício que realizava.</p>



<h4 class="wp-block-heading">O texto Bíblico</h4>



<p>O texto que está entre o verso 43 e o 45 explica compreensivelmente o que Cristo deseja ensinar:</p>



<p>Uma árvore de boa qualidade não dá fruto ruim, nem uma árvore de má qualidade dá fruto bom. Uma árvore é conhecida pela qualidade do seu fruto. Ninguém colhe figos de espinheiros, nem uvas em árvores espinhosas! Um homem bom, de seu bom coração produz boas obras. E um homem mau, da sua maldade produz más obras. Porque a sua boca fala do que está cheio o coração (Lucas 6.43-45 (NBV).</p>



<p>Jesus demonstra para seus discípulos que uma pessoa com o coração não arrependido não pode produzir coisas boas, pois, esta pessoa apenas produzirá obras carnais, obras podres, frutos de má qualidade.<br>No versículo 45 ele claramente nos diz que as palavras que saem da boca das pessoas são reflexos do que essa pessoa tem dentro de si (do seu coração).</p>



<p>Quando se escuta alguém, aquilo que ele fala e prestamos atenção, certamente escutaremos o seu interior.</p>



<p>Pessoas que falam o tempo todo em morte, guerra, briga, que despreza pessoas por causa de suas limitações, que não valoriza mulheres e as tem como objeto ou mesmo como humanos de segunda categoria, pessoas sexistas, machistas, egoístas, misóginas, pessoas que desprezam outros por condições políticas, étnicas, culturais e religiosas e tantos outros desprezos, estão apenas e tão somente mostrando do que é feito o seu interior, o seu coração, pois, Jesus afirma em alto e bom som que &#8220;a boca fala do que está cheio o interior&#8221;.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Aquilo que enche o coração</h4>



<p>No versículo 45 a expressão cheio é &#8216;perisseuma&#8217; (do grego) e significa: abundância, cheia do que sobra, que preenche. É um substantivo que fala especialmente da abundância que afeta uma situação, ou seja, fala sobre os resultados dessa abundância, daquilo que se deleita, daquilo que enche o coração.</p>



<p>Aquilo que enche o coração, nas palavras de Jesus, também enchem a boca de palavras e aquilo que está dentro sempre (SEMPRE) sai em forma de palavras, de desprezos, de religiosidade vazia, de rituais sem sentido, de cerimônias que dão nojo a Deus.</p>



<p>Os discursos de ódio, de divisão, de extrapolamento do civilizado são nada mais nada menos que expressões de um coração pecaminoso não arrependido, aos quais Jesus considera como pessoas que não o conhecem, pois não se relacionam com ele e sim com a religião; não o obedecem; não constrói uma vida sólida, mas nefasta e invadida com toda sorte de desgraça.</p>



<p>Quem é que você está escutando? Que tipo de discurso você está ouvindo?<br>O que você está falando? Do que anda cheio o seu coração?</p>



<p>Nesse tempo de reclusão, de isolamento, de dificuldade, de crise é sempre bom olhar para dentro de si (e ao seu redor) e analisar nosso coração, nosso discurso, nossa vida e também a vida daqueles que estão influenciando nossos pensamentos, nossas palavras, nossas ações.</p>
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		<title>A vida e o sofrimento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gedeon Lidorio]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jan 2020 20:03:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O sofrimento e a dor não são resultado apenas de doenças, pecados ou mesmo de situações de perseguição e injustiça. Por isso é preciso falar sobre a vida e o sofrimento.</p>
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<p>O sofrimento e a dor não são resultado apenas de doenças, pecados ou mesmo de situações de perseguição e injustiça. Por isso é preciso falar sobre a vida e o sofrimento.</p>



<p>Algumas vezes os sofrimentos estão ligados à relações diversas que temos com variado tipo de pessoas.</p>



<p>Nos sentimos machucados pela frieza de alguns. Pelo pouco caso que outros fazem de nós e de nossas necessidades. Por promessas não cumpridas, pelo abandono no caminho, pelas mudanças bruscas de planos e por tantos outros motivos.</p>



<p>Algumas vezes esta relação dolorida interfere em outras áreas da vida &#8211; como é de se esperar, pois tudo em nós está interligado. Aí as coisas tendem a piorar, dores são estendidas, danos são causados.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Bíblia</h4>



<p>Há um texto em Tiago (1.2) que, apesar de ter uma aplicação prática para uma época e situação de perseguição, fala muito sobre a atitude diante do sofrimento (seja ele qual for) &#8211; disse Tiago: &#8220;…considerem motivo de grande alegria o fato de passarem por diversas provações&#8221; (Tiago 1:2).</p>



<p>Nem vou me ater ao fato dele instar conosco que devemos considerar motivo de grande alegria passarmos por provações, mas somente na palavra provação em si.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Provação &#8211; &#8216;domimion&#8217;</h4>



<p>Provação aqui é &#8216;dokimion&#8217; &#8211; literalmente: &#8220;um teste&#8221;.</p>



<p>Para mostrar que algo é real, aprovado, para revelar o que é bom, genuíno.</p>



<p>&#8216;Dokimion&#8217; (que vem de &#8216;dokimazo&#8217; = testar) define que a provação é um teste para revelar uma aprovação, algo verdadeiro, genuíno, real e bom. </p>



<p>O fato é, que quando sou testado não se quer produzir fé ou confiança, mas revelar que tal confiança ou fé existem e são genuínas.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Fé genuína</h4>



<p>A fé genuína suporta a provação e se mostra real.</p>



<p>A fé genuína sente a dor do sofrimento. Ela, porém, não se nega a aparecer, pois ela está colocada em Deus e não em nós mesmos ou nas circunstâncias.</p>



<p>A fé que é provada responde: &#8220;Como está escrito!&#8221; Assim, ela compreende que a Palavra de Deus tem sempre a última resposta para a vida.</p>



<p>Não podemos nos isentar de sofrer diante das nossas derrotas pessoais. Certamente, quando a fé está presente na vida humana e ela é genuína, tendo sido dada por Deus, a realidade será mostrada para além da dor. Em Deus é que esperamos, clamamos, nos movemos e somos sarados.</p>



<p>Por inferência, parece que a finalidade da provação é gerar em nós maturidade e integridade. Tudo isso em meio a vida e o sofrimento.</p>



<p>Que Deus nos ajude com sabedoria sempre!</p>



<p><a href="mailto:gedeon@lidorio.com.br">Prof. Gedeon Lidório</a></p>
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		<title>Aprender sobre liberdade com Jesus</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gedeon Lidorio]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Nov 2018 20:09:31 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Existem alguns textos na Bíblia em que Jesus nos mostra como ele encara a vida com Deus e com ele mesmo e mostrar claramente aos judeus que eram fissurados na religião e na interpretação pesada do Antigo Testamento. Um deles é no próprio evangelho de Mateus, escrito inclusive para o povo judeu, para mostrar que&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Existem alguns textos na Bíblia em que Jesus nos mostra como ele encara a vida com Deus e com ele mesmo e mostrar claramente aos judeus que eram fissurados na religião e na interpretação pesada do Antigo Testamento. Um deles é no próprio evangelho de Mateus, escrito inclusive para o povo judeu, para mostrar que Jesus é aquele que havia de vir e pode nos ajudar a aprender sobre liberdade com Jesus.</p>
<p>Vejam comigo:</p>
<p>Vocês estão cansados, enfastiados de religião? Venham a mim! Andem comigo e irão recuperar a vida. Vou ensiná-los a ter descanso verdadeiro. Caminhem e trabalhem comigo! Observem como eu faço! Aprendam os ritmos livres da graça! Não vou impor a vocês nada que seja muito pesado ou complicado demais. Sejam meus companheiros e aprenderão a viver com liberdade e leveza. (Mateus 11.28-30).</p>
<h4>Ação livre</h4>
<p>Logo depois desta palavra de instrução sobre o que é graça ele executa a ação livre da graça.</p>
<p>Vai, num sábado, entra numa plantação de cereal e com os seus discípulos comem espigas. Os religiosos de plantão, lógico, já olham torto, pois ele estava ali &#8220;quebrando uma lei instituída pelos rabinos&#8221;, as regras do sábado. (Mateus 12.1-2).</p>
<p>&#8220;Seus discípulos estão quebrando as regras do sábado&#8221;, argumentam. (Mateus 12.2).</p>
<p>Ele responde com ironia: &#8220;É mesmo?! Vocês nunca leram o que Davi e seus companheiros fizeram quando estavam com fome? Ele entrou no santuário e comeu o pão fresco do altar, que ninguém podia comer, senão os sacerdotes. Também não leram na Lei de Deus que os sacerdotes, cumprindo seus deveres no templo, quebravam as regras do sábado o tempo inteiro, e não eram condenados por isso?&#8221; (Mateus 12.3-5).</p>
<h4>Ensinando teologia para os teólogos</h4>
<p>Além de falar dando instrução sobre a Bíblia e o Antigo Testamento ele também ensina teologia para aqueles fariseus que o condenavam, dizendo:</p>
<p>&#8220;Na lei do sábado, há muito mais que religião. Se vocês tivessem a menor ideia do significado daquela passagem da Escritura que diz: &#8216;Desejo um coração sensível, não um ritual inflexível&#8217;, vocês não seriam críticos de detalhes. O Filho do Homem não é escravo do sábado: é o Senhor dele&#8221;. (Mateus 12.6-8).</p>
<p>Jesus e a Lei de Deus sempre vão em direção da vida e tudo aquilo que se opõe à vida acaba sendo, por ele mesmo, tido como má interpretação dos fariseus, dos judeus, dos rabinos, dos mestres de Israel.</p>
<p>A Lei manda especificamente apedrejar pessoas que forem achadas em adultério &#8211; isso acaba sendo contra a vida (principalmente daquela mulher) e ele então faz um desafio para os religiosos de pedra na mão que atirassem se não tivesse pecado. Ele queria preservar a vida daquela mulher; ele não entende que ela não pecou, tanto que a instrui a mudar de vida, mas ele entende que ela não deveria morrer ou ser apedrejada por que cometeu pecado, porque afinal de contas, o que se tira de lição daquele episódio é que todos deveriam então ser apedrejados, ou então deveriam ser perdoados, pois todos tem pecado.</p>
<p>Não consigo entender como nós, desta época, não atentamos para as palavras e ações de Jesus sobre essa religiosidade que exige que torce o direito, que adoece, que emburrece, que traz mal e não bem, que condena e não liberta.</p>
<p>Aprender com Jesus, sem enxergar o mundo como ele enxergou realmente fica muito difícil e o que me incomoda profundamente é que usamos de desculpas que dizem: &#8220;existem pessoas que precisam ser assim, submetidas aos trabalhos forçados da religião, porque elas não podem ser libertas&#8221; e com essa desculpa continuamos oprimindo as pessoas.</p>
<p>Passou da hora de aprendermos a liberdade com Jesus.</p>
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		<title>O tempo não para</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Nov 2018 18:43:56 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Li algo escrito hoje na internet e fiquei pensando na realidade destas palavras, talvez não sirva para todo mundo de maneira inalterada, mas é sempre bom pensar no que estamos fazendo com a nossa vida. Tenho sentido um certo torpor em mim, que me impede de caminhar e dar alguns passos importantes, talvez por causa&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Li algo escrito hoje na internet e fiquei pensando na realidade destas palavras, talvez não sirva para todo mundo de maneira inalterada, mas é sempre bom pensar no que estamos fazendo com a nossa vida. Tenho sentido um certo torpor em mim, que me impede de caminhar e dar alguns passos importantes, talvez por causa das estruturas que estou inserido, talvez por causa da idade, talvez por causa de medo, sei lá, cada um de nós tem detalhes que só nós mesmos sabemos bem discernir e é preciso sempre lembrar que o tempo não para.</p>
<h4>O hoje</h4>
<p>Quando Jesus nos alerta para vivermos o hoje, não ficando ansiosos com o dia de amanhã, quase sempre interpretamos como que não nos preocuparmos com o que teremos ou seremos amanhã, mas viver o hoje nos faria ter a única solução para a vida, porém, não é isso que ele quer dizer. Apesar da ansiedade pelo futuro estar presente em todo mundo, quando isso toma a nossa vida geralmente nos impede de ver as coisas como são na sua realidade hoje e desanimarmos, mais do que nos animarmos ante o futuro.</p>
<p>Jesus sabe que o amanhã não existe ainda e que hoje é o único tempo que temos para viver, mas ele entende também que há uma lei da semeadura e da colheita e também usa esta figura de linguagem para nos ensinar que seremos aquilo que plantarmos HOJE. Aquilo que semearmos em nossa vida e ao nosso redor hoje, será a planta que colheremos mais tarde quando o amanhã se transformar em hoje.</p>
<h4>Esperando?</h4>
<p>Não dá pra viver a vida na &#8220;flauta&#8221; esperando que as coisas aconteçam, se não semearmos no tempo que temos hoje a semente que queremos ver crescer e se transformar em uma árvore frondosa, cheia de frutos.</p>
<p>Fazemos assim profissionalmente, com nosso trabalho, às vezes nos adequando apenas e vivendo o dia com seus problemas, sem planejamento de melhorias ou mesmo desenvolvimento de sonhos. Fazemos assim emocionalmente, deixando de cuidar de certos detalhes de nossa vida hoje, para termos uma vida mais frutífera e menos ansiosa no futuro. Fazemos assim, também, com pessoas que estão ao nosso redor.</p>
<p>Amar a vida, pessoas, alguém, não é simplesmente deixar que tudo venha a ser como queremos ou desejamos, pois o que espera, apenas espera, não alcançará nada no futuro. Amar alguém não é deixá-lo no escuro com nosso amor, é dizê-lo e mostrá-lo sempre. Amar alguém não é deixá-lo no escuro com nossos planos, pois a ansiedade que geralmente toma conta do outro coração não suportará as incertezas da vida e não se desenvolverá bem. Na Bíblia, há uma expressão interessante sobre esperança que fala sobre a esperança que demora muito para ser demonstrada e assim, faz adoecer o coração.</p>
<h4>A espera demasiada faz adoecer o coração</h4>
<p>Agindo assim, e deixando a si ou outros numa &#8220;escuridão&#8221; a respeito dos seus &#8220;planos&#8221;, das suas vontades, dos seus sonhos, não compartilhando aquilo que está dentro de você com aqueles a quem ama, não estará tendo uma demonstração de amor, mas de medo, de falta de respeito para com o outro e até mesmo de um certo movimento sádico em ver o sofrimento do outro e deixá-lo ali, estagnado, sem ação e com dores que lhe fazem adoecer o coração.</p>
<p>Pode ser, que um dia você acordará e não terá mais tempo para fazer as coisas que sempre quis, nem mesmo ter quem você sempre amou. Não cultivou no hoje a esperança e o coração do outro adoeceu de tal forma que é impossível agora estabelecer uma união saudável e profunda.</p>
<p>Pode ser, então, que perceberá, que só fez o que não gostava (mesmo aquilo que nos dá alegria hoje, se não for continuidade para nosso desenvolvimento, no futuro, não trará em si mesmo nenhum valor, serão apenas sorrisos vazios e alegrias momentâneas), só teve quem não amava e perdeu seu tempo de ser feliz por construir seu relacionamento, com essa pessoa que ama, da forma errada, não se entregando, apenas esperando receber, se escondendo, como se compartilhar da vida, do futuro e dos sonhos com quem amamos fosse errado ou invasivo demais.</p>
<p>Pense um pouco nisso e plante aquilo que você realmente quer colher, pois o que está plantando hoje, certamente colherá mais tarde. Essa é a lei inalterável da semeadura e da colheita. Se está plantando esperança, terá a concretização dela no futuro, se está plantando falta de esperança, não espere grandes coisas do futuro. Trate quem você ama como quer ser tratado. Essa é a máxima de Jesus.</p>
<p>Lembre-se: quem faz a sua história é você e uma coisa muito importante a ter em mente: o tempo não para.</p>
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		<title>Viver no espírito &#8230; viver em carne</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gedeon Lidorio]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 29 Apr 2018 23:07:47 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Há algumas falácias bíblico-teológicas que realmente são mescladas com as mensagens que vivemos no dia a dia e que nos enganam, nos trazem demonstração de que a vida é um dualismo incrivelmente pesado e vivemos em guerra conosco, com Deus, com o mundo, com o diabo e com as pessoas, como se&#160;pudéssemos&#160;realmente separar algumas coisas&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Há algumas falácias bíblico-teológicas que realmente são mescladas com as mensagens que vivemos no dia a dia e que nos enganam, nos trazem demonstração de que a vida é um dualismo incrivelmente pesado e vivemos em guerra conosco, com Deus, com o mundo, com o diabo e com as pessoas, como se&nbsp;pudéssemos&nbsp;realmente separar algumas coisas de dentro de nós.</p>
<p>Uma destas que tenho visto ultimamente é a questão da carne e do espírito. Paulo usa algumas imagens fortes para nos mostrar várias coisas quando no capítulo 5 de Gálatas nos expõe a guerra que existe dentro de nós.</p>
<p>Ao contrário do que se pensa, entendo que esta guerra, este ponto de tensão na verdade não é algo que será resolvido, pois esta tensão, esta dura realidade entre viver carnalmente sendo justificado pelo sangue do Cordeiro não deveria nos fazer querer estabelecer um dualismo ferrenho da carne contra o espírito, mas sim, entender, à medida em que vivemos que esta tensão não será resolvida pela simples mortificação da carne, pois na CARNE está envolvida muito mais que pecados ou coisas que não são de Deus, mas sim uma completitude do ser humano na sua condição de vida.</p>
<p><span id="more-92"></span></p>
<p>Não há como vivermos sem a carne, este é um ponto, mas muitos tentam viver no espírito, como se fosse possível viver apenas assim. Esse dualismo é gnóstico e traz um mal tão grande quanto o entender que nada existe.</p>
<p>O que é viver no espírito? Seria viver em oração, em constante consagração, em constante jejum, em constante e incessante práticas espirituais? Vivemos assim? Conseguimos tal feito? Creio que não. Quando olho pra Jesus, que mesmo sem pecado em sua vida, padecia com os motivos que todo ser humano tem na sua carne. Ele sofria com o pecado em que estava inserido na condição humana, mesmo que não houvesse pecado nele.</p>
<p>Ele sentia fome e procurava comida. Ele não vivia só de jejum. Ele conversava com as pessoas e vivia com elas e não somente orava e vivia uma vida espiritual. Jesus sofria e chorava com suas dores e necessidades assim com de seus amigos e conhecidos e até agonizava perante suas dores e necessidade humanas e não somente andava pairando com um ser puramente espiritual. Jesus olhava para a condição humana carnal e se apiedava, tinha uma atitude de não julgamento, mas de amor e consideração. Ele reconhecia que a carne afetava tanto a vida humana que nos fazia não ter condições de expressar-nos puramente diante de Deus ou diante de outros.</p>
<p>Acho interessante que ele não condenava os pecadores &#8211; amava-os, mas condenava fortemente a religiosos hipócritas que viviam a vida fazendo &#8220;coisas espirituais&#8221; (dizimava, cultuavam, faziam sacrifícios, controlavam as pessoas, mantinham sobre o cabresto da lei contra a carne todos aqueles que eram considerados mais pecadores e principalmente culpavam pessoas por não viverem a vida de maneira espiritual &#8211; entenda aqui como a prática de vida que os fariseus ensinavam: fazer coisas, se abster de coisas, não falar certas palavras, seguir os dias, os sábados, não pensar no bem de outros se isso fosse quebrar uma destas leis espirituais e assim por diante&#8230;).</p>
<p>Jesus vem na contramão de tudo isso e apresenta um evangelho que se preocupa com as pessoas de maneira INTEGRAL. Sabe das limitações da nossa condição humana e não nos julga (&#8220;eu não vim para julgar o mundo, mas para salvar e dar a minha vida em favor de muitos&#8221;) mas vem justamente para nos suprir de condições de vida, não para que sejamos espíritos que andam, mas para que a condição humana possa ser aproveitada ao máximo em todas as suas dimensões. Ele sabe que não deixaremos o pecado, por isso veio para morrer por nós, pois sabe que não tínhamos e nem temos condições de viver esta vida em santidade que resultaria na salvação de nossas vidas.</p>
<p>Quando eu vejo esta guerra contra a carne e a vida não espiritual fico pensando em toda a dimensão que isto está sendo levado. Será que queremos com isso dizer que a única vida viável para Deus é a vida espiritual? E se sim, o que é isso mesmo? Viver a vida espiritual é viver como mesmo? Fora da nossa condição humana?</p>
<p>Minha condição humana me faz pensar em muitas coisas &#8230; tenho dúvidas sérias ao longo dos dias, sou ansioso com a chegada de coisas novas que não tenho controle, preciso de aceitação de outros para me sentir bem e fazendo parte de uma sociedade, gosto de coisas grandes demais para mim, sinto medo, frustrações, tenho uma formação humana familiar em que houve falhas que me levam a ter traumas, neuroses e tantas outras coisas mais&#8230; enfim, sou humano e cheio de pecados e minha carnalidade sempre anda exposta&#8230;</p>
<p>Entendo que a vida com Deus (Deus em mim e eu nele em Cristo através do Espírito Santo) vai contemplar também essa integralidade do meu ser, pois ele mesmo decidiu que viria habitar em mim, ao meu redor, me fazer companhia e cuidar das minhas necessidades e faltas. Ele sabe quem sou, me formou e sabe de tudo que penso ou faço e mesmo assim, sabendo de tudo, resolveu justificar minha vida, morrer por mim, me trazer redenção e me transformar de dia em dia. Essa transnformação, penso eu, não é algo que vai me fazer viver cada vez menos humano e cada vez mais espírito, pois não é o plano de Deus olhar para a condição humana que ele fez perfeita e se alegrou jogar tudo para o mal e me rasgar desta carne que sou e carrego. Ele vai me transformar de maneira integral e viver a vida como Jesus é o alvo da vida de Deus em nós.</p>
<p>Viver em espírito então precisa abranger esta condição humana e em meio à tantas dificuldades que não sabemos nem exprimir ele intercede por nós traduzindo aqueles gemidos inexprimíveis que nosso inconsciente emite e que não sabemos como lidar. Essa condição humana não nos escravisa mais, pois fomos feitos novas criaturas e ser novas criaturas não singnifica que não viveremos a tensão da vida humana normal e comum. Viveremos e sempre traremos essa humana condição em nós, graças a Deus por isso, foi ele que nos fez e teceu cada uma das nossas fibras e partes. Ele nos amou e nos amou como somos &#8211; nem mais, nem menos, por isso não há na Bíblia uma negação de mim mesmo, o meu eu, a minha pessoa, mas sim um Deus que vem em carne para redimir-nos e fazer que sejamos cada vez mais parecidos com ele.</p>
<p>Não entendo então o viver espiritualmente como viver fora na condição humana limitante, mas em meio ao caos da vida a manifestação de Deus me anima e me traz paz, porque mesmo que eu seja fraco posso me gloriar nestas fraquezas, parafraseando Paulo, porque o poder e a manifetação de Deus se mostra quando estou fraco.</p>
<p>Viver a vida na dimensão humana é viver de maneira integral e percebendo a condição limitada que temos, conscientizando-nos cada dia mais que mesmo fracos somos habitados por Deus e essa habitação se reverte em crescimento, em transformação. Não devemos viver pensando que a única vida possível é a espiritualizada pois senão fracassaremos pois não poderemos viver assim. A vida não deve ser um céu na terra mas o céu, a vida de Deus, precisa ser manifesta em tudo o que vivemos na nossa condição humana e assim, mesmo nessa limitação que temos, glorifiquemos o nome dele.</p>
<p>Então, creio, que a orientação deve ser: não vivamos este dualismo gnóstico de maltratar a carne para enfatizar o espírito &#8211; não somos seres divididos, mas integrais, feitos de massa carnal pecadora limitada mas também habitação do Espírito Santo de Deus. Entendamos nossas limitações e não nos deixemos levar por superstições religiosas banais que somente nos colocarão em condição de cada dia mais sermos frustrados conosco e com nossa força em nos manter de pé e escolhermos nosso caminho. Vivamos o caminho escolhido por Deus, ele sabe o que faz.</p>
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		<title>Meditação em MATEUS 25.14-30 &#8211; A PARÁBOLA DOS TALENTOS</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gedeon Lidorio]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Jan 2018 15:56:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Bíblia]]></category>
		<category><![CDATA[Parábolas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Aqui em Mateus, vemos Jesus explicando sobre o Reino de Deus (Mateus usa a expressão Reino dos Céus – sinômina) através de exemplos comparativos – as parábolas contam histórias que tem os princípios do ensino que se quer dar – não dá pra pegar todos os detalhes das parábolas e aplicá-las em nossa vida, mas&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Aqui em Mateus, vemos Jesus explicando sobre o Reino de Deus (Mateus usa a expressão Reino dos Céus – sinômina) através de exemplos comparativos – as parábolas contam histórias que tem os princípios do ensino que se quer dar – não dá pra pegar todos os detalhes das parábolas e aplicá-las em nossa vida, mas podemos retirar dela os princípios para a vida cristã; Jesus usava método pedagógico que o povo confunde com lei e regra. A parábola não é uma regra, mandamento, lei, mas forma de ensino.</p>
<p>Aqui vemos Jesus expondo sobre o reino, o senhor (Ele), os servos (nós), os bens do reino (dons para o serviço) e então a partir disso desenvolve-se a parábola onde podemos tirar muitas lições.</p>
<p><span id="more-78"></span></p>
<p><strong>1.&nbsp;&nbsp;&nbsp; O CHAMADO E OS BENS DO REINO</strong></p>
<p>v. 14 – chama os seus servos – é clara a alusão ao reino de Deus em relação à questão do relacionamento de Jesus (o Rei) com os seus servos (nós). Ele nos chama (aqui o chamado é para o serviço e não para a salvação) para designar serviços dos servos que tomarão conta da sua Igreja enquanto ele estiver ausente</p>
<p>confia a eles os seus bens – a parábola tem a história de valores reais. No reino de Deus porém, o valor não se mede na forma de moedas, ouro e prata, mas sim no serviço prestado a outros e a Deus.</p>
<p>Nós (os servos) cuidamos dos bens (os dons e talentos para o serviço cristão – edificação da igreja, construção do corpo de Cristo), pois Jesus confiou isso a nós.</p>
<p>Efésios 4.7 e 8 – ele (Cristo) subiu (saiu de nossa vista) e concedeu (deu) dons (talentos) a Igreja</p>
<p>Os dons são a coisa mais preciosas do Reino. É o grande investimento que o Rei faz no seu reino e nos servos do reino, justamente para que eles tenham condições de cuidar de tudo enquanto ele não volta.</p>
<p>v. 15 – a um deu cinco&#8230; a outro dois&#8230; a outro um – O senhor repartiu os talentos com os seus servos, ele confiou os bens do seu reino aos servos.</p>
<p>Vejamos:</p>
<p>Um talento era igual a 6000 denários<br />
Cada denário é igual ao salário de um dia<br />
Então um talento é igual ao salário de 6000 dias de trabalho – ou 16 anos de trabalho.</p>
<p>Diária – R$ 30,00 (média)<br />
6000 diárias – R$ 180.000,00 (um talento)</p>
<p>5 talentos – R$ 900.000,00<br />
2 talentos – R$ 360.000,00<br />
1 talento – R$ 180.000,00</p>
<p>A idéia do dinheiro é apenas demonstrativa de importância – o talento era a mais alta unidade monetária existente – era uma soma de dinheiro praticamente incontável pelos padrões da época.</p>
<p>Jesus queria com isso demonstrar que ele confia os bens do reino (dons para o serviço na igreja) para os seus servos – esses são os bens mais preciosos, tem a ver com o poder para executar as tarefas que Deus nos concede.</p>
<p><strong>2.&nbsp;&nbsp;&nbsp; OS BENS DO REINO E A CAPACIDADE PESSOAL</strong></p>
<p>&#8230; a cada um segundo sua própria capacidade – Jesus sabe o que faz em relação aos dons que nos dá – ele nos conhece e não nos daria nada que estivesse acima de nossa capacidade de aprendizado e trabalho.</p>
<p>Quando ele nos dá um dom ou mais é porque já temos a capacidade (talento pessoal, faculdade de entendimento e desenvolvimento) de fazer com que aquele dom seja exercido, podemos multiplica-lo, ir além dele, transforma-lo para que seja cada vez mais útil e nos faça bem. O dom que Deus nos dá, exercido dentro do seu reino, nos capacita a ter uma auto-estima melhor e também realização pessoal na vida, além, é claro do crescimento do seu reino, edificação do seu corpo e o cuidado com outros.</p>
<p>v. 20 – outros cinco talentos &#8211; v. 22 – outros dois talentos – os servos que receberam mais talentos desenvolveram os seus talentos de modo que entregaram para o seu senhor o dobro do que receberam.</p>
<p>Quando Jesus nos derrama os seus dons ele espera que haja em nós amadurecimento e que desenvolvamos as áreas para as quais fomos chamados para o serviço, para que no final dos tempos possamos chegar pra ele e entregar muito mais que recebemos.</p>
<p>v. 25 – escondi na terra o talento (que me deu) – esse outro porém recebe do seu senhor parte dos seus bens, porém o esconde na terra (enterra) e depois de todo o tempo passar&nbsp; devolve aquilo que o seu senhor lhe deu, sem que nada fizesse durante o tempo que o senhor ficou fora com aquilo.<br />
<strong><br />
3.&nbsp;&nbsp;&nbsp; A INUTILIDADE DO SERVO<br />
</strong><br />
v. 30 – servo inútil – Jesus mostra que aquele servo que não colocou o dinheiro nem no banco para receber juros e multiplicar o ganho era apenas um inútil, alguém que o senhor não poderia contar.</p>
<p>Não foi exigido do servo que recebeu menos negociar com valores iguais ao que recebeu 5 ou 2 – o senhor queria que ele cuidasse de uma parte dos bens, de acordo com a capacidade dele mesmo.</p>
<p>&#8230; Cada um conforme sua capacidade&#8230;</p>
<p>Não adianta alguém que recebe o dom para ensinar querer negociar com o seu dom para se transformar-se em uma pessoa de cura, por exemplo. Cada um tem sua capacidade, seu dom ministerial e deve desenvolver esse dom, para fazer o que for melhor ainda por ele e com ele. É isso que Deus quer de nós, nada além, nem a menos.</p>
<p>Relendo a parábola para hoje encontramos muitas semelhanças:</p>
<p>Há um reino – de Jesus<br />
Os servos – nós<br />
Os talentos – os dons para o serviço na igreja<br />
É necessário desenvolve-los (trabalhar no que recebemos de Deus para melhorar, aperfeiçoar)<br />
É preciso ser achado útil na vida com Deus e isso reflete não só na aceitação do Senhor, mas também em nossa auto-estima e realização pessoal</p>
<p>Cada um conforme a capacidade que já tem. Você tem dons e talentos que Deus, pois além dele capacitar você espiritualmente já colocou em você na sua formação, nascimento etc tudo aquilo que é necessário para o desenvolvimento destes.</p>
<p>Exerça os seus dons com misericórdia, compaixão, amor, paz, alegria e muito prazer, pois esta parte da vida com Deus é aquilo que nos faz participantes da sua graça derramada sobre as pessoas.</p>
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		<title>Meditação no Salmo 50</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gedeon Lidorio]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Dec 2017 06:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Bíblia]]></category>
		<category><![CDATA[Meditação]]></category>
		<category><![CDATA[Salmo 50]]></category>
		<category><![CDATA[Teologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Meditar nos Salmos tem sido ao longo de minha vida uma tentativa de entender poeticamente a vida e a ação de Deus para conosco. Gosto muito da linguagem poética e a poesia que sempre fez parte de minha vida, agora vem com tudo e tomou minha alma . Este Salmo em especial, 50, é extraordinário&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Meditar nos Salmos tem sido ao longo de minha vida uma tentativa de entender poeticamente a vida e a ação de Deus para conosco. Gosto muito da linguagem poética e a poesia que sempre fez parte de minha vida, agora vem com tudo e tomou minha alma . Este Salmo em especial, 50, é extraordinário como a mensagem é passada num tempo tão longe de nós, mas fica sempre tudo tão atual.<span id="more-66"></span></p>
<p>A cena é de Deus, um Deus grandioso, em meio a um “fogo devorador” (v.3). A imagem de Deus aparecendo no &#8220;fogo devorador&#8221; é um Deus preocupado com a atitude do seu povo em relação à sua vida prática (dia a dia, nos relacionamento horizontais) bem como na sua prática de vida com Deus (relacionamento verticalizado, se posso assim dizer, com temor).</p>
<p>Deus vem e ele não está a fim de “guardar silêncio” (v.3); Deus chama dos “céus lá em cima e a terra, para julgar o seu povo” (v.4), para testemunhar sobre sua fala, sobre seu discurso. O julgamento sempre é uma atitude de Deus que tem a ver com principalmente três coisas: 1) apontar um caminho errado desenvolvido pelo seu povo; 2) mostrar um caminho melhor para eles e 3) falar das consequências das atitudes tomadas que os levam para longe de Deus.</p>
<p>É uma Teofania em meio ao fogo, um fogo que arde, que soprado pela tormenta aumenta até queimar tudo – até não deixar nada sem ser queimado. Lembro aqui, talvez quando Paulo escreve, ele se lembra também deste texto, quando diz que quando comparecermos perante o Senhor com nossas obras nas mãos, tudo aquilo que não for eterno será queimado por este &#8220;fogo devorador&#8221; (Paulo aos Coríntios), dando-nos uma ênfase correta do que Deus espera de nós. Viver a vida na eternidade é a única maneira de participarmos ativamente dos planos e propósitos de Deus para a nossa vida e para a vida daqueles que estão ao nosso redor.</p>
<p>v.1 – “Fala” – Deus não permanece calado ele abre a sua boca e nos traz para si mesmo.</p>
<p>“Poderoso, o Senhor Deus” – “El Elohim Javeh” – Asafe junta em uma expressão três títulos que falam sobre Deus – títulos de descendência sumeriana (terra de Abraão) – “El” – Poderoso, Deus supremo, “Elohim”, de origem cananéia, significando “Deus Universal” ou mesmo o Deus de todos os povos e no final &#8220;Javeh&#8221; o tetragrama que é o nome especial de Deus para o povo de Israel. Esse grupo de títulos sugere majestade, controle, abrangência geral e o desejo aqui parece ser uma demonstração de que Deus não está falando isso apenas para o povo de Israel, mas para todos os povos da terra, inclusive o nosso dos dias de hoje.</p>
<p>Deus está se mostrando como fogo e esse fogo é pra forjar-nos para uma vida de arrependimento, de quebrantamento. Os pesos que nos embaraçam os pés precisam ser retirados para um caminhar mais sadio diante de Deus.</p>
<p>A princípio parece que Deus está querendo devorar os &#8220;incrédulos&#8221; que não pertencem ao seu povo, mas no fim do versículo 4 vemos que a ação de Deus ao repreender aqui está direcionada para sua própria casa, ou seja, o seu povo é o alvo da admoestação.</p>
<p>No versículo 5 há a clara designação de quem é esse povo: são os &#8220;santos&#8221; que são de Deus através da &#8220;aliança&#8221; e que o cultuam e adoram por meio de &#8220;sacrifícios&#8221;. Entendo que sacrifício aqui englobe a ideia da adoração, de culto prestado, de coisas que são como aroma suava para Deus e não apenas o cruento ato de matar animais, que fazia parte sim, mas que não era o todo.</p>
<p>Asafe divide esse povo em dois grupos distintos e acho muito interessante como o salmista vê essa questão, principalmente porque quando leio, vejo a mesma coisa nos evangelho onde Jesus admoestava principalmente estes dois grupos de pessoas em meio a Israel.</p>
<p>O primeiro grupo a ser recriminado são os RELIGIOSOS.</p>
<p>v.7 a 15 – RELIGIOSOS – são os que substituem Deus pelas coisas, substituem um relacionamento por rituais religiosos, sentindo-se perfeitos, necessários à religião e ao culto, como se de Deus apenas restasse uma pobre caricatura, onde Deus é o necessitado; ele precisa que eu o cultue, ele precisa de meus “sacrifícios”, ele precisa de mim (v.12).</p>
<p>Os religiosos não são repreendidos por Deus pela falta do culto, por faltarem à “igreja”, por não realizarem os atos do culto de maneira constante e ordenada, modo contrário, ele diz que esses o cultural “continuamente” (v.8). Esse grupo no meio do povo de Deus ao menor sinal de problema se volta para os rituais e para o culto ao invés de ir a Deus para um relacionamento íntimo.</p>
<p>Podemos facilmente aplicar a mesma coisa aos nossos dias, numa releitura rápida, olhando para a igreja, povo de Deus onde esse grupo também se encontra e são enfatuadamente cheios de rituais, cheios de culto, cheios de um tradicionalismo religioso institucional, apegando-se ao louvor, ao culto, aos sacrifícios, aos holocaustos&#8230; trocam Deus pelo ritual, trocam Deus pelo culto e não se sentem a vontade num relacionamento, pois é mais fácil cumprir uma obrigação que deixar-se conhecer e abrir-se diante de Deus que é o que Deus espera, que se abram, que se joguem em seus braços, que se desarmem e fiquem desesperadamente abertos. Não é pompa que Deus quer, não é culto, nem sacrifícios ou holocaustos mas INTIMIDADE e RELACIONAMENTO.</p>
<p>Deus do céu, na eternidade, nos escolhe, nos chama, providencia sacrifício em nosso lugar, aceita o oferecimento de Jesus, nos torna habitação sua – tudo isso não para promover o culto ou o sacrifício, mas para que possamos nos relacionar com ele – COM INTIMIDADE, intimidade essa que o Pai tem apenas com o Filho – é esse nível de relacionamento que Deus quer, que Deus requer, que Deus espera de nós, como esperou do seu povo.</p>
<p>Aqui é um paradoxo que gostaria apenas de pontuar: será que entendemos mesmo o relacionamento com Deus? Será que não apenas substituimos um relacionamento entre estas duas pessoas (ele e eu) por culto? Por templos? Por eventos? Por ofertas? Por entrega de dízimo? Será que não estamos sendo religiosos ao invés de amigos de Deus? Tudo isso parece muito próximo de nós, quando tudo que tem a ver com a visibilidade da vida da igreja (em meio às denominações, templos, cultos, festas, eventos e tanto mais) substitui a pura comunhão com o Espírito de Deus, pessoalmente, abrindo a alma aflita e cheia de dor a um Deus restaurador, sarador, curador de feridas. Raramente conseguiremos ser tão sinceros com Deus em um culto público como deveríamos, acho que até por isso Jesus quando nos instrui a orar, não despreza a oração pública sincera, mas fala &#8220;quando entrares no seu quarto&#8221; (na intimidade do lugar onde somente você sabe e Deus te vê, é lá, sozinho muitas vezes que Deus quer se relacionar com você).</p>
<p>O segundo grupo são os HIPÓCRITAS</p>
<p>v.16-21 – os HIPÓCRITAS – entendo que esse grupo &#8211; diferente daquele que quer mesmo viver a vida com Deus por meio da RELIGIÃO, do culto, do templo, esse apenas se mostra religioso como os demais, ou ainda melhores: são santos no falar, no repetir (v.16), mas que estão tão longe de viver estas verdades pois não tem sinceridade no seu coração. O primeiro grupo, por mais errado que esteja, trocando Deus pelos rituais de culto, permanece sincero diante do Senhor.</p>
<p>O hipócrita vê apenas a si mesmo e pensa que é igual a Deus, por isso tem poder para viver a vida da maneira que quiser e Deus, que o escolheu afinal, tem de o aceitar da maneira como está (V.21). Mas Deus não se cala, ele pergunta, ele questiona (v.21), ele quer uma mudança e mudança rápida.</p>
<p>Deus não quer eliminar o seu povo, mas levá-lo ao arrependimento e ao quebrantamento, mas ele sabe que a ação que requer deve ser muito rápida, pois se não considerarmos esta questão seremos despedaçados (v.22) sem que sobre alguém ou alguma coisa que nos recoloque novamente no lugar. A religiosidade e a hipocrisia sempre nos levam para a derrota. Deus não está, entendo eu, propondo um castigo, mas apontando as consequências dos atos e das escolhas religiosas.</p>
<p>Mudança rápida é o que ele quer e além disso requer que preparemos um caminho (v.23) para que ele nos mostre a salvação; salvação concreta: mudança da maneira como nos relacionamos com Deus: Deixar a religiosidade e a hipocrisia para viver uma vida de sinceridade diante do Senhor, rasgando o seu e o meu coração para ele.</p>
<p>Esta mudança, radical para muitos, ainda pode ser feita. Ainda há tempo – não espere tudo se quebrar, mas converta-se ao Senhor.</p>
<p>Essa conversão da Hipocrisia e da Religiosidade é difícil demais, pois todas as duas se parecem muito com um relacionamento com Deus. Religiosamente enganamos nosso próprio coração ao cultuarmos Deus não em espírito e em verdade, mas através de nossos rituais e cerimônias. Religiosamente engamos a todos os outros com nossa de prática religiosa falsa, engando a todos, falando, ensinando e corrompendo outros corações.</p>
<p>Que Deus nos ajuda a nos livrar dessa religiosidade e da hipocrisia</p>
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		<title>O mal na personalidade humana – comprometidos com uma teologia para o desenvolvimento saudável do ser humano</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gedeon Lidorio]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 08 Aug 2010 21:39:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Gedeon Lidório]]></category>
		<category><![CDATA[Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Personalidade]]></category>
		<category><![CDATA[Ser humano]]></category>
		<category><![CDATA[Teologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O ser humano se desenvolve a partir das várias fontes da sua vida – seja seus fatores genéticos, físicos, heranças psicológicas, educação, ambiente, cultura, família, grupos religiosos etc. Isso sempre resulta na formação da sua cultura, porém, esta pequena célula da cultura, o ser humano individualizado é também um fator transformador desta cultura e pode&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O ser humano se desenvolve a partir das várias fontes da sua vida – seja seus fatores genéticos, físicos, heranças psicológicas, educação, ambiente, cultura, família, grupos religiosos etc. Isso sempre resulta na formação da sua cultura, porém, esta pequena célula da cultura, o ser humano individualizado é também um fator transformador desta cultura e pode agir de acordo com todas ou partes destes valores, sentimentos e noções adquiridos inclusive modificando seus caminhos ao longo da vida.</p>
<p>Sua personalidade vem sendo adquirida ou formulada ou formada a partir de vários contextos: o seu habitat, sua cultura e integrados dentro disso o auto conhecimento, seus sentimentos e seu modo de agir, mas não somente isso, pois a espiritualidade, apesar de fazer parte da cultura também é um circulo maior que integra o ser humano fazendo dele um ser integral.</p>
<p><span id="more-56"></span></p>
<p>Ao pensar em Gênesis 1.27 enxergamos Deus criando os seres humanos à sua imagem e semelhança, parecidos com Deus – ‘Assim Deus criou os seres humanos; ele os criou parecidos com Deus. Ele os criou homem e mulher’ (BLH). Esta imagem e semelhança deve nos remeter para o fato de Deus ser uma pessoa e ter integralidade dentro do seu ser – fomos (homem e mulher) criados iguais a Deus neste sentido – somos pessoas integrais, com poder de raciocínio, vontade, desejos, sentimentos, agimos, percebemos etc.</p>
<p>A melhor tradução no Antigo Testamento para ‘adám’ (Adão não é um nome próprio, mas sim um termo ‘genérico’ para ser humano) é ser humano – ou ‘indivíduo da espécie humana’, gente, pessoa. No texto de Gênesis 1.27 então, temos a seguinte construção: Deus criou o ser humano (‘criou Deus, pois, o homem’ &#8211; ARA) no mesmo versículo então explica qual foi a ‘modalidade’, de que tipo de pessoa está tratando este primeiro termo – ‘macho e fêmea os criou’ (ARC). Os termos são diferentes – primeiro usa-se ‘adám’ (ser humano) e depois ‘zakár’ (macho) e ‘nequebá’ (fêmea). A ênfase então do versículo recai sobre a criação do ser humano (‘adám’), da pessoa e o fato de colocar-se aqui macho e fêmea é apenas ao tipo ou forma que aparenta. Precisamos pensar então na questão do gênero humano e não somente no sexismo que gera a partir dos gêneros macho e fêmea como categorias hierarquicamente definidas feita pela práxis teológica através dos séculos e não por Deus ou pela Bíblia.</p>
<p>Muito tempo se passa e as definições a respeito do ser humano passam necessariamente pela sua forma ou designação funcional hierárquica pois a definição tende a ser biológica (macho e fêmea sexualmente definidos) ou seja, a diferença entre um e outro é que define o que é ser indivíduo, mas o texto em Gênesis mostra o contrário ao definir que Deus criou o ser humano e só então é que infere sua diferenças formais, não de forma binária hierárquica mas como complementaridade.</p>
<p>Luiz Pasquali falando sobre os tipos humanos diz que ‘compete à Psicologia do desenvolvimento humano, à Antropologia, à Sociologia, à Ecologia e outras ciências afins (a Teologia também?) elucidar como estes contextos moldam, modificam e estruturam os tipos humanos’ (1999, p. 32). Ele descreve os critérios utilizados para proceder a análise destas características que forma os tipos humanos divididos em o SER (físico e mental) e as FACULDADES (conhecer, sentir, agir). As várias combinações destas variáveis são analisadas também.</p>
<p>Estas variáveis da formação dos tipos humanos levam suas angústias para cada área em que se situam – se no conhecimento há desordens e dificuldades de ver ordem na realidade que o cerca; se no sentimento as angústias concentram-se no temor do isolamento, na manifestação da solidão e as ações tem angústias que tiram do ser humano a possibilidade de controle da própria vida.</p>
<p>Todas estas angústias e dificuldades citadas acima, nas áreas de convivência e necessidades humanas engendram a má formação da personalidade humana; não são causadoras, mas o pecado que invade a vida e alma do ser humano o coloca naturalmente ao lado do mal – na queda fizemos uma escolha, escolhemos a independência de Deus e assim uma vida que vai na contra mão de sua vontade. Toda a estrutura da personalidade do ser humano então passa por subjetividades muitas vezes não mensuradas por valores concretos.</p>
<p>Agir em diakonia nesse caso é ajudar aqueles que estão ao nosso redor, nossos próximos a encontrarem dentro de suas subjetividades os seus reais valores como seres humanos, resgatando-os da opressão a que são submetidos muitas pelas até mesmo pela religião institucionalizada causando, dentre outras coisas baixa estima, doenças, abandonos e desgraças. Cristo é o supremo exemplo de ação para nossa vida, quando ele andava com os oprimidos e atendia às suas necessidades não simplesmente porque isso era o que precisava ser feito para que os outros o reconhecessem, mas porque este era o propósito da sua vinda, veja:</p>
<p>O Espírito do SENHOR Deus está sobre mim, porque o SENHOR me ungiu para pregar boas-novas aos quebrantados, enviou-me a curar os quebrantados de coração, a proclamar libertação aos cativos e a pôr em liberdade os algemados; a apregoar o ano aceitável do SENHOR e o dia da vingança do nosso Deus; a consolar todos os que choram e a pôr sobre os que em Sião estão de luto uma coroa em vez de cinzas, óleo de alegria, em vez de pranto, veste de louvor, em vez de espírito angustiado; a fim de que se chamem carvalhos de justiça, plantados pelo SENHOR para a sua glória (Isaías 61:1-3 – ARA).</p>
<p>Como função do ministério cristão devemos levar a Cristo para que ele cuide destes seres humanos confusos, quebrantados, cativos, algemados, que choram, que estão de luto, que tem o espírito angustiado para a glória dele mesmo.</p>
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		<title>O mal na ecologia – comprometidos com uma teologia prática da redenção da criação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gedeon Lidorio]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Jun 2010 12:35:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Criação]]></category>
		<category><![CDATA[Ecologia]]></category>
		<category><![CDATA[Gedeon Lidório]]></category>
		<category><![CDATA[Missão]]></category>
		<category><![CDATA[Redenção]]></category>
		<category><![CDATA[Teologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Historicamente cristãos têm uma tendência teológica que coloca tudo aquilo que não é ‘alma’ do ser humano como objeto de ser queimado pelo ‘fogo’ e ser destruído; talvez, por isso, tenhamos uma atitude tão grosseiramente errada a respeito da criação e da necessidade de preservação do meio ambiente ou mesmo de ações em prol do&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Historicamente cristãos têm uma tendência teológica que coloca tudo aquilo que não é ‘alma’ do ser humano como objeto de ser queimado pelo ‘fogo’ e ser destruído; talvez, por isso, tenhamos uma atitude tão grosseiramente errada a respeito da criação e da necessidade de preservação do meio ambiente ou mesmo de ações em prol do nosso <em>ecossistema.</em> Catástrofes, desastres naturais, terremotos, maremotos, chuvas torrenciais, inundações, vulcões são vistos como ‘pragas’ de Deus ante o pecado da humanidade, um Deus vingativo que castiga a sua criação e espera que com isso estejamos ‘alertas’ para o seu movimento na salvação das almas retirando-as do ‘mundo maligno’.</p>
<p><span id="more-55"></span></p>
<p>Quando Paulo argumenta sobre isso, sobre a criação, ele relata o que teologicamente pensa estar acontecendo – veja o que ele diz para os cristãos de Roma:</p>
<ul>
<li>A natureza criada aguarda, com grande expectativa, que os filhos de Deus sejam revelados. Pois ela foi submetida à futilidade, não pela sua própria escolha, mas por causa da vontade daquele que a sujeitou, na esperança de que a própria natureza criada será libertada da escravidão da decadência em que se encontra para a gloriosa liberdade dos filhos de Deus. Sabemos que toda a natureza criada geme até agora, como em dores de parto (<a href="https://www.irmaos.com/bibliaonline/?busca=Romanos%208:19-22" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span style="color: #097961;"><!--b-->Romanos 8:19-22<!--/b--></span></a> &#8211; NVI).</li>
</ul>
<p>A natureza esta aguardando sua redenção, assim como nós, participantes da graça de Deus também aguardamos o dia em que Cristo virá nos buscar. O texto de Paulo deixa muito claro que há uma ‘grande expectativa’ (em ARA ‘ ardente expectativa’ – o sentido da palavra no <em>grego do NT &#8211;</em> <em>apokaradokia &#8211; </em> é de uma ‘cabeça’ que vigia intensamente, que espera intensamente o dia esperado).</p>
<p>A <em>paráfrase </em> da Bíblia Viva nos dá uma idéia muito boa do texto:</p>
<ul>
<li>Toda a criação espera com paciência e esperança por aquele dia futuro quando Deus ressuscitará os seus filhos. Isto porque naquele dia todos os espinhos e ervas daninhas, todo o pecado, morte e Corrupção &#8211; as coisas que por ordem de Deus dominaram o mundo contra a própria vontade do mundo &#8211; tudo desaparecerá, e o mundo ao nosso redor participará da gloriosa liberdade do pecado que os filhos de Deus desfrutam. Sabemos que até mesmo as coisas da natureza, como os animais e as plantas, sofrem na doença e na morte enquanto esperam esse tão grande acontecimento (<a href="https://www.irmaos.com/bibliaonline/?busca=Romanos%208:19-22" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span style="color: #097961;"><!--b-->Romanos 8:19-22<!--/b--></span></a> – Bíblia Viva).</li>
</ul>
<p>A Bíblia na Linguagem de Hoje diz no versículo 22 de Romanos 8: <em>Um dia o próprio Universo ficará livre do poder destruidor que o mantém escravo e tomará parte na gloriosa liberdade dos filhos de Deus.</em></p>
<p>Interessante notar que Paulo enfatiza tremendamente que do mesmo jeito que nós os que temos o Espírito de Cristo aguardamos esta ‘redenção final’ o restante da criação também o faz com ‘ardente expectativa’ (<em>E não somente ela, mas também nós, que temos as primícias do Espírito, igualmente gememos em nosso íntimo, aguardando a adoção de filhos, a redenção do nosso corpo</em> – <a href="https://www.irmaos.com/bibliaonline/?busca=Romanos%208:23" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span style="color: #097961;"><!--b-->Romanos 8:23<!--/b--></span></a> &#8211; ARA).</p>
<p>Tudo o que Deus criou foi analisado pelo próprio Senhor e obteve nota máxima em todos os conceitos: ‘Viu Deus tudo quanto fizera, e eis que era muito bom’ (<a href="https://www.irmaos.com/bibliaonline/?busca=G%C3%AAnesis%201:31" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span style="color: #097961;"><!--b-->Gênesis 1:31<!--/b--></span></a>). Não há nada de <em>intrinsecamente </em> mau na natureza, na criação, no universo, mas o pecado é que leva a criação ao seu estado atual e a redenção que ela aguarda deverá resolver este problema – lemos em Apocalipse que João, em visão, enxerga esta redenção já concretizada – ‘Vi novo céu e nova terra’ (<a href="https://www.irmaos.com/bibliaonline/?busca=Apocalipse%2022:1" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span style="color: #097961;"><!--b-->Apocalipse 22:1<!--/b--></span></a>).</p>
<p>Falar que devemos preservar a terra por causa da preservação da raça humana é reducionismo teológico – devemos fazê-lo sim, pois há uma <em>interdependência</em> entre seres humanos e a criação como um todo, mas devemos fazê-lo em primeiro lugar para que Deus seja glorificado – este é nosso propósito e também o é da criação. A <em>interdependência</em> e a preservação de ambos é um motivo válido, mas menor.</p>
<p>Ao escrever para a Revista Ultimato Timóteo Carriker estabelece bem esse ponto ao dizer que</p>
<ul>
<li>Deus se alegra e cuida da criação “independentemente” da sua importância para osseres humanos (<a href="https://www.irmaos.com/bibliaonline/?busca=J%C3%B3%203:33-41" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span style="color: #097961;"><!--b-->Jó 3:33-41<!--/b--></span></a>; <a href="https://www.irmaos.com/bibliaonline/?busca=Sl%20104.10" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span style="color: #097961;"><!--b-->Sl 104.10<!--/b--></span></a>)! Uma preocupação pelo meio ambiente por causa do bem-estar futuro da humanidade não é a razão suficiente, e sim, aquém da perspectiva bíblica que procura na ecologia não apenas a sobrevivência da humanidade, mas o louvor e a glória devidos a Deus (2005, p.1).</li>
</ul>
<p>E também argumenta que</p>
<ul>
<li>O ser humano faz parte da criação e é dependente dela. O ser humano vive dentro de um contexto de interdependência com a criação. Desde o início, nossa sorte está ligada ao solo, e por sua vez, a sorte do solo está ligada a nós. Podemos provocar a melhor ou a pior sorte. Embora Deus coloque o homem no Jardim para cultivá-lo (<a href="https://www.irmaos.com/bibliaonline/?busca=Gn%202:15" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span style="color: #097961;"><!--b-->Gn 2:15<!--/b--></span></a>), ele promete um amplo galardão. Toda planta comestível lhe é dada (129-30; 2:16) (2005, p.1).</li>
</ul>
<p>Assim o mandamento do Senhor para com os seres humanos é mais abrangente que a simples <em> utilização </em>– se há (e a Bíblia declara que sim!) <em>interdependência </em> tem a ver como cuidado, não somente o usufruto desse <em>meio</em> em que vivemos. Em <a href="https://www.irmaos.com/bibliaonline/?busca=G%C3%AAnesis%202:17" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span style="color: #097961;"><!--b-->Gênesis 2:17<!--/b--></span></a> vemos o que está relatado: <em>O Senhor Deus colocou o homem no jardim do Éden para cuidar dele e cultivá-lo </em> (NVI).</p>
<p>Quando falamos então de uma teologia prática da ‘redenção’ da criação queremos nos identificar com a teologia de Paulo, onde ele declara que a ‘criação aguarda com grande expectativa a manifestação dos filhos de Deus’ (<a href="https://www.irmaos.com/bibliaonline/?busca=Romanos%208:19" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span style="color: #097961;"><!--b-->Romanos 8:19<!--/b--></span></a>) e assim <em>instar</em> a igreja que se envolva não somente com a preservação do <em>meio ambiente</em>, mas que auxilie na transformação da sociedade em que está inserida <em> fermentando-a</em> para estabelecer mudanças permanentes e que tragam louvor e glória ao Senhor também por meio desta <em>manifestação</em> que a criação tanto aguarda.</p>
<p>Não creio numa <em>utopia</em>, mas sei que podemos fazer muito. Algumas vezes, mudanças climáticas, poluição das águas dos oceanos, mananciais e rios, transformação de regiões inteiras em deserto, desmatamento etc, parecem estar muito distante de nosso pode modificar este <em>status</em>, mas creio que algumas boas práticas podem e farão diferença na vida como um todo e, mais que resolver o problema em si, estaremos nos envolvendo naquilo que Deus deixou confiado a nós – aliás, a todos os seres humanos, mas principalmente naqueles em quem a imagem e semelhança do Criador têm sido restauradas em Cristo.</p>
<p>Existem pelo menos cinco bons hábitos (intitulados como Cinco R´s – texto extraído do Manual de Atividades para o Professor da Coleção Consumo Sustentável em Ação. Uma iniciativa do Instituto 5 Elementos) que todos podem desenvolver, o que já seria um grande começo para esta atitude diaconal para com a natureza, o meio ambiente, a criação e são eles:</p>
<p><strong>Repensar os hábitos de consumo e descarte</strong></p>
<p>Pense na real necessidade da compra daquele produto, antes de comprá-lo. Depois de consumi-lo, pratique a coleta seletiva, separando embalagens, matéria orgânica e óleo de cozinha usado. Jogue no lixo apenas o que não for reutilizável ou reciclável. Evite o desperdício de alimentos. Use produtos de limpeza biodegradáveis. Adquira produtos recicláveis ou produzidos com matéria-prima reciclada (durável e resistente). Prefira embalagens de papel e papelão. Utilize lâmpadas econômicas e pilhas recarregáveis ou alcalinas. Mude seus hábitos de consumo e descarte.</p>
<p><strong>Recusar produtos que prejudicam o meio ambiente e a saúde</strong></p>
<p>Compre apenas produtos que não agridem o meio ambiente e a saúde. Fique atento ao prazo de validade e nas empresas que têm compromissos com a ecologia. Evite o excesso de sacos plásticos e embalagens. Tenha sempre uma sacola de pano para transportar suas compras. Evite comprar aerossóis e lâmpadas fluorescentes, bem como produtos e embalagens não recicláveis e descartáveis. Radicalize!</p>
<p><strong>Reduzir o consumo desnecessário</strong></p>
<p>Esta prática significa consumir menos produtos, dando preferência aos que tenham maior durabilidade e, portanto, ofereçam menor potencial de geração de resíduos e de desperdício de água, energia e recursos naturais. Adote a prática do refil. Escolha produtos com menos embalagens ou embalagens econômicas, priorizando as retornáveis. Leve sua sacola para as compras e adquira produtos a granel. Faça bijuterias, brinquedos e presentes personalizados reutilizando materiais. Invente novas receitas e reaproveite de forma integral os alimentos. Alugue equipamentos. Edite textos na tela do computador e, quando não for possível evitar a cópia ou a impressão, faça-as frente e verso. Diga não ao consumismo: sua prosperidade agradece.</p>
<p><strong>Reutilizar e recuperar ao máximo antes de descartar</strong></p>
<p>Amplie a vida útil dos produtos e do aterro sanitário, economizando a extração de matérias-primas virgens. Crie produtos artesanais e alternativos a partir da reutilização de embalagens de papel, vidro, plástico, metal, isopor e CDs. Utilize os dois lados do papel e monte blocos de papel-rascunho. Ofereça vários tipos de oficinas de sucata. Doe objetos que possam servir a outras pessoas.</p>
<p><strong>Reciclar materiais</strong></p>
<p>O processo de reciclagem reduz a pressão sobre os recursos naturais, economiza água, energia, gera trabalho e renda para milhares de pessoas. Seja no mercado formal ou informal de trabalho. Exercite os quatro primeiros Rs e, o que restar, separe para a coleta seletiva das embalagens de vidros, plásticos, metais, papéis, longa vida, isopor, óleo de cozinha usado, cartuchos de impressoras, pilhas, baterias, CDs, DVDs, radiografias e alimentos. A reciclagem promove benefícios ambientais, sociais e econômicos.</p>
<p>Às vezes temos a impressão que nada disso passa pela nossa <em>espiritualidade</em> e que exercícios espirituais que tem a ver com Deus devem ser feitos em algo relacionado aos ‘cultos’ que prestamos nas igrejas, mas Paulo também nos instrui através da carta que escreve para a igreja em Corinto o seguinte: ‘Assim, quer vocês comam, bebam ou façam qualquer outra coisa, façam tudo para a glória de Deus’ (<a href="https://www.irmaos.com/bibliaonline/?busca=1%20Cor%C3%ADntios%20%2010:31" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span style="color: #097961;"><!--b-->1 Coríntios 10:31<!--/b--></span></a> – NVI).</p>
<p>Que Deus nos faça desejar a prosperidade do bem, do cuidado, do amor para com o que Deus criou e não somente pensemos em termos utilitários.</p>
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		<title>Teologia da Perseverança pela Graça de Cristo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gedeon Lidorio]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Jan 2010 14:37:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Cristo]]></category>
		<category><![CDATA[Gedeon Lidório]]></category>
		<category><![CDATA[Graça]]></category>
		<category><![CDATA[Jesus]]></category>
		<category><![CDATA[Perseverança]]></category>
		<category><![CDATA[Salvação]]></category>
		<category><![CDATA[Teologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Que diremos, pois, à vista destas coisas? Se Deus é por nós, quem será contra nós? Aquele que não poupou o seu próprio Filho, antes, por todos nós o entregou, porventura, não nos dará graciosamente com ele todas as coisas? Quem intentará acusação contra os eleitos de Deus? É Deus quem os justifica. Quem os&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"><em>Que diremos, pois, à vista destas coisas? Se Deus é por nós, quem será contra nós? Aquele que não poupou o seu próprio Filho, antes, por todos nós o entregou, porventura, não nos dará graciosamente com ele todas as coisas? Quem intentará acusação contra os eleitos de Deus? É Deus quem os justifica. Quem os condenará? É Cristo Jesus quem morreu ou, antes, quem ressuscitou, o qual está à direita de Deus e também intercede por nós. Quem nos separará do amor de Cristo? Será tribulação, ou angústia, ou perseguição, ou fome, ou nudez, ou perigo, ou espada? Como está escrito: Por amor de ti, somos entregues à morte o dia todo, fomos considerados como ovelhas para o matadouro. Em todas estas coisas, porém, somos mais que vencedores, por meio daquele que nos amou. Porque eu estou bem certo de que nem a morte, nem a vida, nem os anjos, nem os principados, nem as coisas do presente, nem do porvir, nem os poderes, nem a altura, nem a profundidade, nem qualquer outra criatura poderá separar-nos do amor de Deus, que está em Cristo Jesus, nosso Senhor.</em> Romanos 8.31-39</p>
<p><span id="more-52"></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: 150%;">A vitória é da fé. Paulo nos mostra através valiosa palavra que a contemplação de Deus e de Cristo como nosso salvador movendo-se rumo a nós é um grande incentivo para nossa fé.</p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: 150%;">Paulo mostra aqui que <em>seu objetivo é mostrar que a nossa alma deve manter firme o testemunho interior do Espírito e não depender de nada que seja externo. </em></p>
<p>v.31 – <em>a vista destas coisas</em> – muitas vezes somos instados a olhar para as situações de dor, tristeza, pecado, ansiedades, perseguições e apenas tão somente ficarmos como observadores, deixando as circunstâncias nos dizerem como devemos nos sentir. Paulo, ao contrário, nos mostra que precisamos fazer algo – <em>que diremos?</em></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: 150%;">A única maneira pela qual podemos ter condições de enfrentar todas as situações de nossa vida é a maneira pela qual nos portamos (e sabemos como nos portamos!) diante das mesmas – as circunstâncias geralmente nos moldam; mas não deve ser assim!</p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"><em>Se Deus é por nós, quem será contra nós? </em>– a idéia por trás destas palavras aqui é justamente um tribunal onde Deus se coloca como Juiz, Jesus como nosso advogado e nós como réus – o interessante a notar é que nenhum acusador é aqui apresentado, afinal quem poderia nos acusar diante de Deus, tendo Deus a nosso favor?</p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: 150%;">v.32 – <em>aquele que não poupou seu próprio Filho</em> – Paulo faz uma citação aqui de Gn 22.12 no episódio onde Abraão leva Isaque para ser sacrificado no monte. O verbo aqui é <em>“não poupou”</em> – na tradição judaica o exemplo da eficácia redentora do sacrifício é tido como esse exemplo de Isaque e não de uma ovelha qualquer, portanto Paulo traz da interpretação que o seu próprio povo faz do episódio para mostrar uma verdade revelada para nós – trazendo do exemplo maior para o menor: <em>se Deus não poupou o seu filho, antes o entregou para morrer </em>(literalmente<em> – o expôs para morrer</em>) <em>que motivo teria para não nos dar graciosamente toda a certeza de nossa salvação e proteção nele, nos dando perdão de pecados, nos isentando de culpa, todas estas ações suas bem menores do que o fato de termos recebido a Jesus na morte na cruz!</em></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: 150%;">v.33 e 34 – Nossa salvação é assaltada por meio de <em>acusações</em> e depois disso destruída pelas <em>condenações</em> e a tentativa do inimigo não para por ai, mas trás uma <em>certeza</em> de que iremos ser <em>separados</em> de Cristo (v.34 – quem nos separará?)</p>
<p class="MsoNormal" style="margin-top: 12pt; line-height: 150%;">Paulo pergunta: <em>quem acusará?</em> Visto que estamos no tribunal de Deus e que ele mesmo nos considera justos (<em>é Deus quem nos justifica</em>); que acusação pode ter em nós então a partir de nós termos sido considerados justos pelo juiz? Como foi feito isso? Deus não poupou o seu Filho, antes o expôs a morte, a nossa morte, para assim nos justificar.</p>
<p class="MsoNormal" style="margin-top: 12pt; line-height: 150%;">Justificação significa ser considerado justo mediante a absolvição da sentença divina – que sentença? <em>Aquele que pecar esse morrerá</em>, ou seja, a sentença que foi imposta a Adão quando do jardim, para que ele obedecesse e não comesse do fruto que lhe fora proibido.</p>
<p class="MsoNormal" style="margin-top: 12pt; line-height: 150%;">Em Adão a morte entra na humanidade a transformando em escravos do pecado; em Cristo, uma nova humanidade é formada, não mais de escravos do pecado, mas compostas de homens e mulheres que se sujeitam ao Senhorio de Cristo, como escravos da justiça.</p>
<p class="MsoNormal" style="margin-top: 12pt; line-height: 150%;">Ser justificado no contexto de um julgamento é justamente quando o Juiz olha para a sentença e vê que já foi cumprida antes de minha condenação.</p>
<p class="MsoNormal" style="margin-top: 12pt; line-height: 150%;"><em>Quem condenará?</em> – outra pergunta no julgamento – já que fomos justificados por Deus mediante a morte de Cristo, quem em sã consciência pode então nos <em>condenar</em> ainda? A lei já foi satisfeita; a dívida já foi paga; a morte já foi vencida; o pecado já foi pago; o que restou então para alguém nos condenar? Paulo continua a citar o antigo testamento aqui – Isaías 50.8 (e seguintes) bem como a falta de palavras do inimigo ante Deus em Zc 3.1 (e seguintes).</p>
<p class="MsoNormal" style="margin-top: 12pt; line-height: 150%;">Vale aqui se lembrar do versículo primeiro desse capítulo – <em>nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus.</em></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-top: 12pt; line-height: 150%;">Quem desejar nos condenar terá que invalidar o sacrifício feito por Deus em Cristo Jesus – mas isso além de impossível o apóstolo Paulo argumenta que há um fato que mostra a insanidade de tal pensamento:</p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 12pt 0cm 0.0001pt 35.4pt; line-height: 150%;"><em>O qual está a direita de Deus</em> – repetição do Salmo 110.1 – “Disse o Senhor ao meu Senhor: assenta-te à minha direita, até que eu ponha os teus inimigos debaixo dos teus pés”.</p>
<p class="MsoNormal" style="margin-top: 12pt; line-height: 150%;">Deus, após <em>expor</em> Cristo, seu filho à morte, vê-lo morrer para nos justificar e pagar nossa divida o exalta sobremaneira, fazendo-o assentar-se com ele mesmo no seu trono, dando-lhe poder e glória – com isso está dizendo em alto e bom som que o que Jesus fez na cruz teve o seu resultado perfeito, o que era esperado por Deus foi cumprido em Cristo e, portanto agora o colocar no ponto mais alto de poder e soberania no Universo inteiro – ao lado do seu próprio trono. Quem quiser nos acusar e condenar terá que remover Cristo do lugar dele – pois ele nesse lugar nos garante que a vitória triunfou sobre a morte!</p>
<p class="MsoNormal" style="margin-top: 12pt; line-height: 150%;"><em>“Mas um dia, quando passava pelo campo, sentindo alguns golpes na consciência, temendo que algo estivesse errado, de repente caiu sobre a minha alma esta sentença: a tua justiça está no céu. E quanto pensava em sair, vi, com os olhos da alma, Jesus Cristo à direita de Deus. Eis ali, digo eu, a minha justiça. Deste modo, onde quer que eu esteja e o que quer que faça Deus não poderia dizer de mim: ele carece da minha justiça; pois esta estava bem diante de mim. Além disso, também vi que não era a boa estrutura do meu coração que dava melhor qualidade à minha justiça; nem a minha má estrutura que tornava a minha justiça pior. Pois a minha justiça era o próprio Jesus Cristo, o mesmo ontem, hoje e para sempre</em> (John Bunyan – Graça Abundante – parágrafo 229).</p>
<p class="MsoNormal" style="margin-top: 12pt; line-height: 150%;"><em>E também intercede por nós</em> – temos a maior graça e absoluta bondade de Deus ao nos mostrar isso através de Paulo – não somente tem o Espírito Santo a interceder por nós intimamente (<em>inspirando nossas orações a serem feitas de acordo com a vontade de Deus</em>) como também temos a garantia de que essas orações serão ouvidas, pois Jesus, que está assentado a direita de Deus é quem leva nossas orações até ele e garante que serão ouvidas e atendidas.</p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: 150%;">Paulo está admoestando que não devemos nos sentir pequemos por achar que as acusações ou os ataques, ou as condenações poderão surtir efeito em Deus de tal modo que ele não considere mais minha vida como sendo de um filho adotado por ele, ao contrário, Deus nos diz através deste texto que há uma segurança eterna pra nós, pois a não ser que mudássemos o fato de Jesus já estar no céu, assentado como vitorioso então nada mais pode ser feito a respeito desse quadro de Justificação de não condenação.</p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: 150%;">Todas as bênçãos de Deus são nossas – é direito nosso não por nossa causa, mas por que Jesus já cumpriu para nós o que precisava ser cumprido.</p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"><em>Tendo, pois, a Jesus, o Filho de Deus, </em></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: 150%;">Quem está entre Deus e nós não é nosso pecado mais, mas sim Jesus, o seu próprio Filho.</p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"><em>como grande sumo sacerdote </em></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: 150%;">Deus primeiramente chamou Arão, mas seu ministério teve fim, agora chamou a Jesus, o seu eterno filho, para nos dizer que o que foi feito em Cristo tem duração eterna e não somente o tamanho de nossas dores, fraquezas e pecados.</p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"><em>que penetrou os céus, </em></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: 150%;">Cristo entrou no Santo dos Santos, levando o nosso sacrifício com ele (ele mesmo é o nosso sacrifício).</p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"><em>conservemos firmes a nossa confissão. </em></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: 150%;">Essa é a razão para que nós nos conservemos firmes.</p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"><em>Porque não temos sumo sacerdote que não possa compadecer-se das nossas fraquezas; antes, foi ele tentado em todas as coisas, à nossa semelhança</em></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: 150%;">Cristo não é apenas Deus, mas é também homem e como tal sabe e sofreu tudo o que nós passamos, acusações, dores, fraquezas, dor na alma, tentações etc. e por isso mesmo ele está apto a compadecer-se de nós e interceder a nosso favor junto ao Pai.</p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"><em>mas sem pecado. </em></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: 150%;">Essa é a diferença – ele fez tudo e fez PERFEITO, portanto não há necessidade de repetição de nada, não precisamos ficar com medo que talvez não seja insuficiente.</p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"><em>Acheguemo-nos, portanto, confiadamente, junto ao trono da graça, a fim de recebermos misericórdia e acharmos graça para socorro em ocasião oportuna.</em></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: 150%;">Hebreus 4.14-16</p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: 150%;">Que Deus nos dê sempre a graça da perseverança em meio a coisas difíceis!</p>
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