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	<title>Arquivos Jesus - Auriciene e Gedeon Lidório</title>
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	<title>Arquivos Jesus - Auriciene e Gedeon Lidório</title>
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		<title>Não precisamos usar muletas. Precisamos andar com os dois pés</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gedeon Lidorio]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 Feb 2019 08:26:14 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Evangelho]]></category>
		<category><![CDATA[Jesus]]></category>
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		<category><![CDATA[Missão Integral]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Alguns dizem que devemos cuidar da pessoas mais do que pregar a elas. Outros dizem que devemos pregar aos outros mais que cuidar delas. Os primeiro argumentam que a ação social pode levar à transformação e salvação. Os segundo argumentam que a pregação tem primazia. E Jesus? O que ele pensava disso? O que seus&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Alguns dizem que devemos cuidar da pessoas mais do que pregar a elas. Outros dizem que devemos pregar aos outros mais que cuidar delas. Os primeiro argumentam que a ação social pode levar à transformação e salvação. Os segundo argumentam que a pregação tem primazia.</p>
<p>E Jesus? O que ele pensava disso? O que seus apóstolos ou mesmo os escritores do Novo Testamento pensavam a respeito?</p>
<p>Como exemplo, tomo um versículo de Atos, onde Lucas expõe seu pensamento sobre a Igreja e sobre Jesus.</p>
<p>Em Atos 1.1 Lucas se utiliza de um molde textual com as palavras &#8220;começou&#8221;, &#8220;fazer&#8221; e &#8220;ensinar&#8221;. Quem faz exegese no grego do NT entende que estas expressões não podem ser mudadas nem mesmo de lugar na frase por causa do &#8220;e&#8221; (&#8216;te kai&#8217;) que une estes verbos no versículo 1 e faz com que a posição destes dois termos não sejam mudados. Ramsay crê que a posição dos verbos (fazer vindo antes de ensinar) é uma estrutura emítica onde o contrário seria danoso ao texto. Sendo assim podemos ver que Lucas aqui estabelece um modelo ao redor da pessoa de Jesus mostrando que Ele primeiramente &#8216;fazia&#8217; antes de &#8216;ensinar&#8217;, que sua vida precedia sua doutrina, que seu caráter homologava sua teologia. Entender que a ação (martiria) pode ser dissociada da pregação (kerygma) é fazer do evangelho de Jesus uma muleta e falar aquilo que a Bíblia não diz. Nossa vida (ações em relação a Deus, a nós mesmo e aos outros) precisa preceder ao que pregamos, porque senão seremos considerados como aqueles que pregam o que não vivem. Jesus nunca fez isso e Lucas entendeu que esse molde da vida de Cristo deveria ser o molde de vida da igreja, por isso ele dá continuidade ao livro do Evangelho de Lucas trazendo esta conexão.</p>
<p>Pregar o evangelho sem ter interesse no ser humano integral é tão danoso quando ter apenas interesse no ser humano socialmente sem levar a ele o evangelho de Jesus.</p>
<p>Não prercisamos usar muletas. Precisamos andar com os dois pés.</p>
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		<title>Aprender sobre liberdade com Jesus</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gedeon Lidorio]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Nov 2018 20:09:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Graça]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Existem alguns textos na Bíblia em que Jesus nos mostra como ele encara a vida com Deus e com ele mesmo e mostrar claramente aos judeus que eram fissurados na religião e na interpretação pesada do Antigo Testamento. Um deles é no próprio evangelho de Mateus, escrito inclusive para o povo judeu, para mostrar que&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Existem alguns textos na Bíblia em que Jesus nos mostra como ele encara a vida com Deus e com ele mesmo e mostrar claramente aos judeus que eram fissurados na religião e na interpretação pesada do Antigo Testamento. Um deles é no próprio evangelho de Mateus, escrito inclusive para o povo judeu, para mostrar que Jesus é aquele que havia de vir e pode nos ajudar a aprender sobre liberdade com Jesus.</p>
<p>Vejam comigo:</p>
<p>Vocês estão cansados, enfastiados de religião? Venham a mim! Andem comigo e irão recuperar a vida. Vou ensiná-los a ter descanso verdadeiro. Caminhem e trabalhem comigo! Observem como eu faço! Aprendam os ritmos livres da graça! Não vou impor a vocês nada que seja muito pesado ou complicado demais. Sejam meus companheiros e aprenderão a viver com liberdade e leveza. (Mateus 11.28-30).</p>
<h4>Ação livre</h4>
<p>Logo depois desta palavra de instrução sobre o que é graça ele executa a ação livre da graça.</p>
<p>Vai, num sábado, entra numa plantação de cereal e com os seus discípulos comem espigas. Os religiosos de plantão, lógico, já olham torto, pois ele estava ali &#8220;quebrando uma lei instituída pelos rabinos&#8221;, as regras do sábado. (Mateus 12.1-2).</p>
<p>&#8220;Seus discípulos estão quebrando as regras do sábado&#8221;, argumentam. (Mateus 12.2).</p>
<p>Ele responde com ironia: &#8220;É mesmo?! Vocês nunca leram o que Davi e seus companheiros fizeram quando estavam com fome? Ele entrou no santuário e comeu o pão fresco do altar, que ninguém podia comer, senão os sacerdotes. Também não leram na Lei de Deus que os sacerdotes, cumprindo seus deveres no templo, quebravam as regras do sábado o tempo inteiro, e não eram condenados por isso?&#8221; (Mateus 12.3-5).</p>
<h4>Ensinando teologia para os teólogos</h4>
<p>Além de falar dando instrução sobre a Bíblia e o Antigo Testamento ele também ensina teologia para aqueles fariseus que o condenavam, dizendo:</p>
<p>&#8220;Na lei do sábado, há muito mais que religião. Se vocês tivessem a menor ideia do significado daquela passagem da Escritura que diz: &#8216;Desejo um coração sensível, não um ritual inflexível&#8217;, vocês não seriam críticos de detalhes. O Filho do Homem não é escravo do sábado: é o Senhor dele&#8221;. (Mateus 12.6-8).</p>
<p>Jesus e a Lei de Deus sempre vão em direção da vida e tudo aquilo que se opõe à vida acaba sendo, por ele mesmo, tido como má interpretação dos fariseus, dos judeus, dos rabinos, dos mestres de Israel.</p>
<p>A Lei manda especificamente apedrejar pessoas que forem achadas em adultério &#8211; isso acaba sendo contra a vida (principalmente daquela mulher) e ele então faz um desafio para os religiosos de pedra na mão que atirassem se não tivesse pecado. Ele queria preservar a vida daquela mulher; ele não entende que ela não pecou, tanto que a instrui a mudar de vida, mas ele entende que ela não deveria morrer ou ser apedrejada por que cometeu pecado, porque afinal de contas, o que se tira de lição daquele episódio é que todos deveriam então ser apedrejados, ou então deveriam ser perdoados, pois todos tem pecado.</p>
<p>Não consigo entender como nós, desta época, não atentamos para as palavras e ações de Jesus sobre essa religiosidade que exige que torce o direito, que adoece, que emburrece, que traz mal e não bem, que condena e não liberta.</p>
<p>Aprender com Jesus, sem enxergar o mundo como ele enxergou realmente fica muito difícil e o que me incomoda profundamente é que usamos de desculpas que dizem: &#8220;existem pessoas que precisam ser assim, submetidas aos trabalhos forçados da religião, porque elas não podem ser libertas&#8221; e com essa desculpa continuamos oprimindo as pessoas.</p>
<p>Passou da hora de aprendermos a liberdade com Jesus.</p>
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		<title>Hipocrisia, religiosidade e Jesus</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gedeon Lidorio]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 07 Oct 2018 11:49:59 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Hipocrisia]]></category>
		<category><![CDATA[Jesus]]></category>
		<category><![CDATA[Religiosidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fico enojado com atitudes dos religiosos de plantão, sinto repulsa quando vejo que diante da VIDA esses que se intitulam &#8220;santos&#8221;, &#8220;honestos&#8221; e que sabem como deve ser a vida de adoração a Deus vomitam suas frases e vociferam como se tivessem sido colocados por Deus para defender a tradição e a família, homens de&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Fico enojado com atitudes dos religiosos de plantão, sinto repulsa quando vejo que diante da VIDA esses que se intitulam &#8220;santos&#8221;, &#8220;honestos&#8221; e que sabem como deve ser a vida de adoração a Deus vomitam suas frases e vociferam como se tivessem sido colocados por Deus para defender a tradição e a família, homens de bem, que não conseguem enxergar na verdade um palmo a frente do seu nariz e ficam envoltos em uma áurea de santidade, mas por trás, uma análise rápida com um psicanalista ou mesmo um conselheiro, traria a luz as trevas que tem dentro da alma.</p>
<p>A Graça de Deus não será entendida NUNCA pela religiosidade vazia e desprovida de vida.</p>
<p><span id="more-97"></span></p>
<p>Creio que eu não posso falar que entendi a Graça algum dia. Não sei se nós, seres humanos conseguimos ter esse privilégio de realmente entender a Graça de Deus o o seu amor por nós.</p>
<p>Tento. Tento muito compreendê-la e vivê com a minha miserável vida, miserável homem que sou, que a única coisa que me livra de uma condenação é o sangue de Cristo, por meio dele e por ele e pra ele são todas as coisas da minha vida, mesmo que eu falhe, ele estará ao meu lado, mesmo que eu não o veja, ele está presente, mesmo que eu não consiga, ele me reanima.</p>
<p>Acho interessante como vejo o fermento destes fariseus fermentando a massa da convivência das pessoas, quando julgam sem dar direito a nenhum tipo de defesa, quando manifestam-se somente às escuras, escondidos, nunca face a face, pois não tem coragem do confronto, pois tem muito medo de terem seus pecados expostos, seus pontos de vista debatidos. São filhos das trevas, pois fazem apenas ocultados e envoltos nessa densa névoa do julgamento, da tradição, da religiosidade que exige de todos uma vida santa, reta, ilibada, sem erros, sem considerações humanas. Eles, esses fariseus, são sempre perfeitos. Não erram. Não se desviam nunca. Não se detém diante da misericórdia. Querem sempre o juizo.</p>
<p>Nunca aprenderam as palavras de Jesus, nunca aprenderam a lei que é do amor. Dizem amar, mas não sabem o que é isso. Dizem ser filhos de Deus, mas fazem as obras das trevas e semeam a semente da maldição em nosso meio. São joio no meio do trigo e como Paulo dizia para os crente da Galácia: &#8220;decaíram da graça aqueles que querem viver debaixo do regime da lei&#8221;. A lei do esforço, a lei da condenação, a lei do julgamento, a lei da morte, a lei que sempre é muito mais importante que a Graça, a misericórida, o perdão.</p>
<p>Não vivo uma Graça barata; tenho consciência de quem eu sou e do que eu faço. Posso dizer como Paulo que o bem que eu quero fazer eu não faço, mas o mal que não quero é esse que acabo por fazer. Não vivo uma ilusão, mas estou sempre com a Palavra de Deus a me enfrentar, de frente, batendo em minha carne, me dizendo onde errei, enfrento os meus erros&#8230; pelo menos admito que os tenho, sei que não sou tão correto, sei que não posso me jactar de grande coisa, costumo abaixar a cabeça diante de Deus em oração e me sentir sempre um mísero pecador que precisa demais do socorro constante dele. Não costumo bater no peito orgulhoso de quem eu sou, do que faço, do que não faço. Não tenho orgulho de mim, sei que sou pecador, mas tenho orgulho de Cristo e nele meu orgulho só cresce, pois o seu sangue me purificou de todos os meus pecados &#8211; é, todos! Ele me comprou; ele pagou o preço por mim; ele se sacrificou para me dar sua salvação e sua redenção; ele ressuscitou para que eu tenha vida, ah! e me deu essa vida e a deu com abundância.</p>
<p>Não vivo uma Graça que não interfere na minha vida e me deixa viver como um errante por aí, mas vivo uma Graça que vem de encontro com os membros do meu corpo, vem de encontro com a minha mente, com meus afazeres, meus pensamentos, meus sentimentos e o tempo todo Deus age em mim para o meu bem, mas principalmente para que ele seja glorificado também em minha miserável vida.</p>
<p>Não vivo a Graça de achar que sou reto e justo, mas vivo a Graça de saber que fui justificado, considerado justo, por intermédio de Cristo, meu salvador e Senhor.</p>
<p>Fico pensando, se Jesus estivesse em nosso meio, creio que os fariseus de plantão, os santos homens que não tem pecado, com certeza condenaria suas atitudes, suas palavras, os lugares que ele frequentasse, as pessoas com quem conviveria; não aceitariam a sua &#8220;teologia&#8221; e muito menos a maneira que ele iria querer viver, livre e produzindo liberdade através do conhecimento da verdade, dele mesmo.</p>
<p>Realmente só posso chegar a conclusão de que os fariseus de hoje precisam conhecer a Verdade, precisam conhecer Jesus. Estão em nosso meio, mas não são dos nossos. Estão por aí vociferando sua religiosidade e ódio consumado pelo pecados dos outros, que não conseguem ver as traves que estão atravessando a sua vida.</p>
<p>Que Deus tenha misericórdia de nós, porque ao que parece, os &#8220;santos fariseus de hoje&#8221; não precisam dela.</p>
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		<title>Amor como o de Jesus</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gedeon Lidorio]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Jan 2018 03:19:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Amor]]></category>
		<category><![CDATA[Jesus]]></category>
		<category><![CDATA[Pecado]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fico imaginando como é que fomos parar onde estamos: a única coisa que fazemos com os outros é ROTULAR e quase sempre os rotulamos pelos &#8220;pecados&#8221; que mais cometem. Esse puritanismo seco, que não olha para ninguém a não ser pra si mesmo e suas grandes idéias do que é certo e errado, herdado das&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Fico imaginando como é que fomos parar onde estamos: a única coisa que fazemos com os outros é ROTULAR e quase sempre os rotulamos pelos &#8220;pecados&#8221; que mais cometem. Esse puritanismo seco, que não olha para ninguém a não ser pra si mesmo e suas grandes idéias do que é certo e errado, herdado das culturas que nos trouxeram o evangelho tem matado o AMOR no meio do povo de Deus.</p>
<p>Aquele ali, dizemos, é um corrupto. Aquele outro é um adúltero. Esse outro é um ladrão. Aquela ali é fútil. Aquele outro é um beberrão &#8230; e assim por diante.</p>
<p><span id="more-77"></span></p>
<p>Jesus vivia em meio aos pecadores (Graças a Deus!!!) e no meio deles ele convivia sem rotular ninguém. Tratava a todos com amor, compaixão e restaurava a dignidade de muitos &#8211; a mulher que fora pego em adultério ele olhou, a amou, viu o seu sofrimento e a perdoou. Ao corrupto ladrão de impostos ele amou e foi jantar com ele em casa para levar-lhe a salvação. Aos que o negaram na sua prisão para morrer ele voltou, apareceu, os amou e os constituiu pastores do seu rebanho. Aqueles que estavam ali mandando mata-lo ele perdoou e pediu ao Pai para não lhes imputar nenhuma justiça, pois eles não sabiam o que estavam fazendo. A mulher suspeita que le lavou os pés ele amou e tratou com dignidade. Nunca andou longe dos pecadores; esteve em casamentos e festas deles; entrava em suas casas para comer e se abrigar; caminhava junto com eles nos caminhos; providenciava comida quando famintos; curava as almas daqueles que se entregavam para os demônios&#8230; enfim, fez tudo diferente do que fazemos&#8230;</p>
<p>E nós ainda nos chamamos de &#8216;pequenos cristos&#8217; (cristãos) !!!</p>
<p>Amar de verdade é justamente querer a pessoa do jeito que ela é (&#8230;) e isso é MUITO raro em nossos dias (&#8230;). Toda vez que alguém te amar assim, não saia mais de perto dela, pois ela está sendo Cristo na sua vida (&#8230;).</p>
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		<title>Meditando em Gênesis 4:1-7, 16 e 17 &#8211; Caim e Abel</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gedeon Lidorio]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Dec 2017 06:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Abel]]></category>
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		<category><![CDATA[Caim]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Essa narrativa traz sobre nós várias lições, dentre elas de como devemos tratar o relacionamento com Deus. Caim era para Eva o descendente (&#8216;a promessa&#8217;) que viria para esmagar a cabeça da serpente – do hebraico pode-se traduzir melhor a última frase da seguinte forma: “Obtive um homem, oh Jeová” (Gênesis 4:1b), que sugere percepção&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Essa narrativa traz sobre nós várias lições, dentre elas de como devemos tratar o relacionamento com Deus.</p>
<p>Caim era para Eva o descendente (&#8216;a promessa&#8217;) que viria para esmagar a cabeça da serpente – do hebraico pode-se traduzir melhor a última frase da seguinte forma: “Obtive um homem, oh Jeová” (G<span class="text_exposed_show">ênesis 4:1b), que sugere percepção de Eva ao dar a luz ao seu primogênito homem, que este seria já aquele que os redimiria do mal. </span></p>
<p><span id="more-76"></span></p>
<p>Caim então nasce sobre a égide de ser o libertador.</p>
<p>Com certeza Adão, seu pai, lhe contara tudo o que ocorreu e também lhe ensinara o que Deus queria – a vontade de Deus, principalmente mostrando para Caim a necessidade de uma vítima que ofereça uma cobertura (propiciação – hebraico caphar) capaz de promover a reconciliação do homem com Deus &#8211; assim como Deus derramou sangue ao fazer vestimentas de peles para cobrir a nudez de Adão e Eva (Gênesis 3:21).</p>
<p>Mesmo sendo a expectativa de sua mãe Eva por redenção, Caim, por si mesmo, resolve fazer do seu jeito a vontade de Deus. Ele traz para Deus não o sacrifício que o Senhor mesmo já demonstrara que o agradaria, mas traz frutos da terra – frutas, legumes, etc (Gênesis 4:3).</p>
<p>Abel, ao contrário, continua o que foi estabelecido através do que seus pais lhe ensinaram e traz sacrifício ao Senhor de animal limpo, além do que faz mais – traz das suas PRIMÍCIAS, ou seja, do melhor, tira primeiro para o Senhor.</p>
<p>O princípio de Deus havia sido quebrado, que é: “&#8230; sem derramamento de sangue, não há remissão” (Hebreus 9:22b) e portanto, Caim não poderia ser aceito, nem Deus aceitaria a sua desculpa de não saber o que fazer, posto que até mesmo seu irmão mais novo sabia e trouxe segundo a vontade de Deus.</p>
<p>Não está em voga aqui o fato de Caim ter sua oferta rejeitada porque era inferior a de Abel, mas sim, porque ele queria ofertar ao Senhor, mas não do jeito de Deus e sim do seu jeito. Caim queria fazer a vontade de Deus do jeito de Caim.</p>
<p>Em relacionamentos, quaisquer que sejam eles, incorremos nesse risco de querer moldar as situações à nossa vontade; não nos atentamos que para outros aquelas coisas construídas daquele jeito são importante e damos pouca importância aos fatos. Construir um relacionamento entre Deus e Caim demandava isso: Deus olhando para as necessidades de Caim e as suprindo e Caim, por sua vez, olhando para a vontade de Deus fazendo tudo para o suprir e agradar.</p>
<p>Caim não estava fazendo coisas erradas (&#8216;pecados&#8217;), mas da sua atitude de querer agradar a si mesmo brotou algo que traria arrependimento para ele pelo resto dos seus dias: sua ira e displicência no relacionamento, não valorização do outro, narcisismo (tantas coisas podem ser colocadas aqui) o levaram a matar seu irmão.</p>
<p>Podemos aprender com isso?</p>
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		<title>Teologia da Perseverança pela Graça de Cristo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gedeon Lidorio]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Jan 2010 14:37:24 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Que diremos, pois, à vista destas coisas? Se Deus é por nós, quem será contra nós? Aquele que não poupou o seu próprio Filho, antes, por todos nós o entregou, porventura, não nos dará graciosamente com ele todas as coisas? Quem intentará acusação contra os eleitos de Deus? É Deus quem os justifica. Quem os&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"><em>Que diremos, pois, à vista destas coisas? Se Deus é por nós, quem será contra nós? Aquele que não poupou o seu próprio Filho, antes, por todos nós o entregou, porventura, não nos dará graciosamente com ele todas as coisas? Quem intentará acusação contra os eleitos de Deus? É Deus quem os justifica. Quem os condenará? É Cristo Jesus quem morreu ou, antes, quem ressuscitou, o qual está à direita de Deus e também intercede por nós. Quem nos separará do amor de Cristo? Será tribulação, ou angústia, ou perseguição, ou fome, ou nudez, ou perigo, ou espada? Como está escrito: Por amor de ti, somos entregues à morte o dia todo, fomos considerados como ovelhas para o matadouro. Em todas estas coisas, porém, somos mais que vencedores, por meio daquele que nos amou. Porque eu estou bem certo de que nem a morte, nem a vida, nem os anjos, nem os principados, nem as coisas do presente, nem do porvir, nem os poderes, nem a altura, nem a profundidade, nem qualquer outra criatura poderá separar-nos do amor de Deus, que está em Cristo Jesus, nosso Senhor.</em> Romanos 8.31-39</p>
<p><span id="more-52"></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: 150%;">A vitória é da fé. Paulo nos mostra através valiosa palavra que a contemplação de Deus e de Cristo como nosso salvador movendo-se rumo a nós é um grande incentivo para nossa fé.</p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: 150%;">Paulo mostra aqui que <em>seu objetivo é mostrar que a nossa alma deve manter firme o testemunho interior do Espírito e não depender de nada que seja externo. </em></p>
<p>v.31 – <em>a vista destas coisas</em> – muitas vezes somos instados a olhar para as situações de dor, tristeza, pecado, ansiedades, perseguições e apenas tão somente ficarmos como observadores, deixando as circunstâncias nos dizerem como devemos nos sentir. Paulo, ao contrário, nos mostra que precisamos fazer algo – <em>que diremos?</em></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: 150%;">A única maneira pela qual podemos ter condições de enfrentar todas as situações de nossa vida é a maneira pela qual nos portamos (e sabemos como nos portamos!) diante das mesmas – as circunstâncias geralmente nos moldam; mas não deve ser assim!</p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"><em>Se Deus é por nós, quem será contra nós? </em>– a idéia por trás destas palavras aqui é justamente um tribunal onde Deus se coloca como Juiz, Jesus como nosso advogado e nós como réus – o interessante a notar é que nenhum acusador é aqui apresentado, afinal quem poderia nos acusar diante de Deus, tendo Deus a nosso favor?</p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: 150%;">v.32 – <em>aquele que não poupou seu próprio Filho</em> – Paulo faz uma citação aqui de Gn 22.12 no episódio onde Abraão leva Isaque para ser sacrificado no monte. O verbo aqui é <em>“não poupou”</em> – na tradição judaica o exemplo da eficácia redentora do sacrifício é tido como esse exemplo de Isaque e não de uma ovelha qualquer, portanto Paulo traz da interpretação que o seu próprio povo faz do episódio para mostrar uma verdade revelada para nós – trazendo do exemplo maior para o menor: <em>se Deus não poupou o seu filho, antes o entregou para morrer </em>(literalmente<em> – o expôs para morrer</em>) <em>que motivo teria para não nos dar graciosamente toda a certeza de nossa salvação e proteção nele, nos dando perdão de pecados, nos isentando de culpa, todas estas ações suas bem menores do que o fato de termos recebido a Jesus na morte na cruz!</em></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: 150%;">v.33 e 34 – Nossa salvação é assaltada por meio de <em>acusações</em> e depois disso destruída pelas <em>condenações</em> e a tentativa do inimigo não para por ai, mas trás uma <em>certeza</em> de que iremos ser <em>separados</em> de Cristo (v.34 – quem nos separará?)</p>
<p class="MsoNormal" style="margin-top: 12pt; line-height: 150%;">Paulo pergunta: <em>quem acusará?</em> Visto que estamos no tribunal de Deus e que ele mesmo nos considera justos (<em>é Deus quem nos justifica</em>); que acusação pode ter em nós então a partir de nós termos sido considerados justos pelo juiz? Como foi feito isso? Deus não poupou o seu Filho, antes o expôs a morte, a nossa morte, para assim nos justificar.</p>
<p class="MsoNormal" style="margin-top: 12pt; line-height: 150%;">Justificação significa ser considerado justo mediante a absolvição da sentença divina – que sentença? <em>Aquele que pecar esse morrerá</em>, ou seja, a sentença que foi imposta a Adão quando do jardim, para que ele obedecesse e não comesse do fruto que lhe fora proibido.</p>
<p class="MsoNormal" style="margin-top: 12pt; line-height: 150%;">Em Adão a morte entra na humanidade a transformando em escravos do pecado; em Cristo, uma nova humanidade é formada, não mais de escravos do pecado, mas compostas de homens e mulheres que se sujeitam ao Senhorio de Cristo, como escravos da justiça.</p>
<p class="MsoNormal" style="margin-top: 12pt; line-height: 150%;">Ser justificado no contexto de um julgamento é justamente quando o Juiz olha para a sentença e vê que já foi cumprida antes de minha condenação.</p>
<p class="MsoNormal" style="margin-top: 12pt; line-height: 150%;"><em>Quem condenará?</em> – outra pergunta no julgamento – já que fomos justificados por Deus mediante a morte de Cristo, quem em sã consciência pode então nos <em>condenar</em> ainda? A lei já foi satisfeita; a dívida já foi paga; a morte já foi vencida; o pecado já foi pago; o que restou então para alguém nos condenar? Paulo continua a citar o antigo testamento aqui – Isaías 50.8 (e seguintes) bem como a falta de palavras do inimigo ante Deus em Zc 3.1 (e seguintes).</p>
<p class="MsoNormal" style="margin-top: 12pt; line-height: 150%;">Vale aqui se lembrar do versículo primeiro desse capítulo – <em>nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus.</em></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-top: 12pt; line-height: 150%;">Quem desejar nos condenar terá que invalidar o sacrifício feito por Deus em Cristo Jesus – mas isso além de impossível o apóstolo Paulo argumenta que há um fato que mostra a insanidade de tal pensamento:</p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 12pt 0cm 0.0001pt 35.4pt; line-height: 150%;"><em>O qual está a direita de Deus</em> – repetição do Salmo 110.1 – “Disse o Senhor ao meu Senhor: assenta-te à minha direita, até que eu ponha os teus inimigos debaixo dos teus pés”.</p>
<p class="MsoNormal" style="margin-top: 12pt; line-height: 150%;">Deus, após <em>expor</em> Cristo, seu filho à morte, vê-lo morrer para nos justificar e pagar nossa divida o exalta sobremaneira, fazendo-o assentar-se com ele mesmo no seu trono, dando-lhe poder e glória – com isso está dizendo em alto e bom som que o que Jesus fez na cruz teve o seu resultado perfeito, o que era esperado por Deus foi cumprido em Cristo e, portanto agora o colocar no ponto mais alto de poder e soberania no Universo inteiro – ao lado do seu próprio trono. Quem quiser nos acusar e condenar terá que remover Cristo do lugar dele – pois ele nesse lugar nos garante que a vitória triunfou sobre a morte!</p>
<p class="MsoNormal" style="margin-top: 12pt; line-height: 150%;"><em>“Mas um dia, quando passava pelo campo, sentindo alguns golpes na consciência, temendo que algo estivesse errado, de repente caiu sobre a minha alma esta sentença: a tua justiça está no céu. E quanto pensava em sair, vi, com os olhos da alma, Jesus Cristo à direita de Deus. Eis ali, digo eu, a minha justiça. Deste modo, onde quer que eu esteja e o que quer que faça Deus não poderia dizer de mim: ele carece da minha justiça; pois esta estava bem diante de mim. Além disso, também vi que não era a boa estrutura do meu coração que dava melhor qualidade à minha justiça; nem a minha má estrutura que tornava a minha justiça pior. Pois a minha justiça era o próprio Jesus Cristo, o mesmo ontem, hoje e para sempre</em> (John Bunyan – Graça Abundante – parágrafo 229).</p>
<p class="MsoNormal" style="margin-top: 12pt; line-height: 150%;"><em>E também intercede por nós</em> – temos a maior graça e absoluta bondade de Deus ao nos mostrar isso através de Paulo – não somente tem o Espírito Santo a interceder por nós intimamente (<em>inspirando nossas orações a serem feitas de acordo com a vontade de Deus</em>) como também temos a garantia de que essas orações serão ouvidas, pois Jesus, que está assentado a direita de Deus é quem leva nossas orações até ele e garante que serão ouvidas e atendidas.</p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: 150%;">Paulo está admoestando que não devemos nos sentir pequemos por achar que as acusações ou os ataques, ou as condenações poderão surtir efeito em Deus de tal modo que ele não considere mais minha vida como sendo de um filho adotado por ele, ao contrário, Deus nos diz através deste texto que há uma segurança eterna pra nós, pois a não ser que mudássemos o fato de Jesus já estar no céu, assentado como vitorioso então nada mais pode ser feito a respeito desse quadro de Justificação de não condenação.</p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: 150%;">Todas as bênçãos de Deus são nossas – é direito nosso não por nossa causa, mas por que Jesus já cumpriu para nós o que precisava ser cumprido.</p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"><em>Tendo, pois, a Jesus, o Filho de Deus, </em></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: 150%;">Quem está entre Deus e nós não é nosso pecado mais, mas sim Jesus, o seu próprio Filho.</p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"><em>como grande sumo sacerdote </em></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: 150%;">Deus primeiramente chamou Arão, mas seu ministério teve fim, agora chamou a Jesus, o seu eterno filho, para nos dizer que o que foi feito em Cristo tem duração eterna e não somente o tamanho de nossas dores, fraquezas e pecados.</p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"><em>que penetrou os céus, </em></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: 150%;">Cristo entrou no Santo dos Santos, levando o nosso sacrifício com ele (ele mesmo é o nosso sacrifício).</p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"><em>conservemos firmes a nossa confissão. </em></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: 150%;">Essa é a razão para que nós nos conservemos firmes.</p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"><em>Porque não temos sumo sacerdote que não possa compadecer-se das nossas fraquezas; antes, foi ele tentado em todas as coisas, à nossa semelhança</em></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: 150%;">Cristo não é apenas Deus, mas é também homem e como tal sabe e sofreu tudo o que nós passamos, acusações, dores, fraquezas, dor na alma, tentações etc. e por isso mesmo ele está apto a compadecer-se de nós e interceder a nosso favor junto ao Pai.</p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"><em>mas sem pecado. </em></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: 150%;">Essa é a diferença – ele fez tudo e fez PERFEITO, portanto não há necessidade de repetição de nada, não precisamos ficar com medo que talvez não seja insuficiente.</p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"><em>Acheguemo-nos, portanto, confiadamente, junto ao trono da graça, a fim de recebermos misericórdia e acharmos graça para socorro em ocasião oportuna.</em></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: 150%;">Hebreus 4.14-16</p>
<p class="MsoNormal" style="line-height: 150%;">Que Deus nos dê sempre a graça da perseverança em meio a coisas difíceis!</p>
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