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	<title>Arquivos Lidório - Auriciene e Gedeon Lidório</title>
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	<title>Arquivos Lidório - Auriciene e Gedeon Lidório</title>
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		<title>Verdades óbvias sobre nós</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gedeon Lidorio]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Dec 2019 14:27:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Gedeon Lidório]]></category>
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		<category><![CDATA[Natureza Pecaminosa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Às vezes penso que nós nos esquecemos de algumas verdade óbvias sobre nós, pois a nossa maneira de enxergar o mundo gira em torno do bem e do mal e nesse dualismo tremendo somos tendentes, mais do que deveríamos, a achar que a vida realmente é assim - uma separação clara do que é bom, do que é ruim, do que é bem e do que é mal.</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Às vezes penso que nós nos esquecemos de algumas verdade óbvias sobre nós, pois a nossa maneira de enxergar o mundo gira em torno do bem e do mal e nesse dualismo tremendo somos tendentes, mais do que deveríamos, a achar que a vida realmente é assim &#8211; uma separação clara do que é bom, do que é ruim, do que é bem e do que é mal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para ser apenas simples, esse dualismo que mais parece zoroastrismo, precisa urgentemente sair de nós cristãos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Lendo um relato hoje no Face, meus olhos pararam em um parágrafo desse relato/desabafo. Leia também:</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>&#8220;Que cultura estamos construindo que nos faz acreditar que há uma &#8220;escória da sociedade&#8221; e que obviamente não fazemos parte dela?&#8221; (Joabe Santos)</p></blockquote>



<h4 class="wp-block-heading">Acreditamos nisso?</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Olho para homens e mulheres cristãos que parecem realmente acreditar que pertencem a uma casta superior ou mesmo já não deveriam mais ser contados como humanos normais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nós, todos, cristãos ou não cristãos, fazemos parte da escória que é a humanidade. Todos fomos gerados em pecado (lembram-se de Davi no Salmo 51.5? &#8220;Eis que em iniquidade fui formado, e em pecado me concebeu minha mãe&#8221;). Todos cristãos e não cristãos, temos dentro de nós a nossa natureza pecaminosa. </p>



<h4 class="wp-block-heading">Nossa natureza</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Essa natureza está em todos os seres humanos, de todas as épocas. Todos somos desviados da vontade de Deus por causa do pecado que habita em nós (Isaías 53.6). O apóstolo Paulo chega a falar disso com tristeza, admitindo sua fraqueza e sua escravidão ao pecado (Romanos 7.14). Ele admite que há uma luta dentro de si mesmo que ele não gostaria que acontecesse (Romanos 7.25). Ele também leu o que Salomão escreveu: “Não há homem justo sobre a terra que faça o bem e que não peque” (Eclesiastes 7.20). Outro apóstolo, o João, também concorda com Paulo ao dizer que “se dissermos que não temos pecado nenhum, a nós mesmos nos enganamos, e a verdade não está em nós” (1 João 1.8).</p>



<p class="wp-block-paragraph">O mais triste em tudo isso é que, quando Cristo nos transporta para o seu reino, através do seu sangue, morte e ressurreição, não perdemos essa natureza pecaminosa &#8211; ela continua aí, dentro de cada um de nós, lembrando o tempo todo que somos pó, que somos escória e que é pela pura misericórdia de Deus que ele não nos consome.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Não somos melhores, nem somos diferentes. Paulo ainda dá uma paulada (desculpem o trocadilho) em nossa visão míope de nós mesmos, quando ele pergunta:</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Somos nós mais excelentes? De maneira nenhuma, pois já dantes demonstramos que, tanto judeus como gregos, todos estão debaixo do pecado; como está escrito: Não há um justo, nem um sequer. Não há ninguém que entenda; não há ninguém que busque a Deus. Todos se extraviaram, e juntamente se fizeram inúteis. Não há quem faça o bem, não há nem um só. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Porque todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus&#8221; (Romanos 3:9-12 e 23).</p>



<h4 class="wp-block-heading">Transformação diária</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Creio que a esperança da transformação diária que deve existir no coração de cada cristão deve ser manifestar para ajudar pessoas a mitigarem suas dificuldades consigo mesmas, com o mundo e principalmente com Deus.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O plano final de Deus é que não vivamos mais no pecado (e nem pecando), mas enquanto estivermos carregando essa natureza em nós, como disse João, ainda pecaremos e é preciso que admitamos isso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">#pecado #pecados #naturezapecaminosa #GedeonLidorio #Lidorio</p>
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		<title>Nada é realmente tão simples assim</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gedeon Lidorio]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Oct 2019 19:26:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Fuga]]></category>
		<category><![CDATA[Gedeon Lidório]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Esta é uma expressão que me intriga, sempre. Parece simples, mas na verdade nunca é. Nada é realmente tão &#8220;simples assim&#8221;. Já notaram que a usamos para falar de coisa que realmente não são simples assim? &#8220;A política verdadeira é esta! Simples assim!&#8221; Não existe nada simples em política. &#8220;O verdadeiro evangelho é este! Simples&#8230;</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Esta é uma expressão que me intriga, sempre. Parece simples, mas na verdade nunca é. Nada é realmente tão &#8220;simples assim&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já notaram que a usamos para falar de coisa que realmente não são simples assim?</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;A política verdadeira é esta! Simples assim!&#8221; Não existe nada simples em política.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;O verdadeiro evangelho é este! Simples assim!&#8221; Não existe nada de simples no evangelho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;O verdadeiro sistema teológico é este! Simples assim!&#8221; Não existe nada de simples nos sistemas teológicos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A frase, porém, que me chamou mais atenção foi: &#8220;Levante-se daí, saia dessa depressão, basta orar que Deus responde. Simples assim!&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A depressão (ou qualquer outro transtorno/condição mental/humana) nunca é algo simples. Há intrincados caminhos surreais que passam pela vivência, pela mente, pelo corpo, pela alma, caminhos estes que deturpam a visão da vida, anuvia os contornos das coisas e obscurece o dia mais claro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Faço a mim mesmo sempre uma pergunta: porque queremos que as coisas sejam &#8220;simples assim&#8221;?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Temos muito medo de enfrentar as nossas idiossincrasias; temos muito medo de nos encontrar com o espelho e ver nossa alma; temos muito medo de olhar de verdade para dentro de nós, então a utopia da simplicidade toma conta, como uma fuga, um refúgio, uma viagem.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nada é tão simples assim né?!</p>
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		<title>Por uma teologia da morte no casamento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gedeon Lidorio]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Sep 2019 20:32:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Casamento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ouço e leio muita coisa e algumas delas me chamam mais atenção que outras. Algumas me levam a suspirar por uma teologia da morte no casamento. Algo que sempre chama minha atenção é quando vejo pessoas (homens ou mulheres) falando sobre submissão feminina no casamento a partir de conceitos bíblicos e teológicos. Quando eu, ou&#8230;</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Ouço e leio muita coisa e algumas delas me chamam mais atenção que outras. Algumas me levam a suspirar <strong>por uma teologia da morte no casamento.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Algo que sempre chama minha atenção é quando vejo pessoas (homens ou mulheres) falando sobre submissão feminina no casamento a partir de conceitos bíblicos e teológicos. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando eu, ou qualquer pessoa fala sobre submissão feminina atrelada ao conceito bíblico e teológico, precisa, antes de mais nada falar a respeito do homem e da sua posição no casamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No texto que Paulo evoca a submissão feminina (Efésios 5) ele fala várias coisas que são meio que ignoradas (de propósito) para chegar a um objetivo que trará a mulher para o &#8220;verdadeiro&#8221; lugar dela no casamento. Vejamos alguns destes pontos.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Sujeição mútua</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Em primeiro lugar, o versículo 21 é chave para o entendimento de todo o contexto (Efésios 5.21).</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Sujeitem-se uns aos outros, por temor a Cristo&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para começo de conversa a submissão (ou sujeição) é MÚTUA, ou seja, ambos (marido e mulher) são colocados no mesmo patamar: que precisam se sujeitar um ao outro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Eu poderia parar aqui, mas tem mais.</p>



<h4 class="wp-block-heading">O lugar do homem no casamento </h4>



<p class="wp-block-paragraph">No versículo 25 está escrito: &#8220;Maridos, amem suas mulheres, assim como Cristo amou a igreja e entregou-se a si mesmo por ela&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Talvez esta seja um entrave para muitos homens entenderem que: <strong>antes de esperar que sua mulher seja submissa à você, você deve morrer por ela</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No início do capítulo 5, Paulo escreve: &#8220;e vivam em amor, como também Cristo nos amou e se entregou por nós como oferta e sacrifício de aroma agradável a Deus&#8221; (Efésios 5.2).</p>



<h4 class="wp-block-heading">Não é apenas disposição, mas prática</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Maridos, não é estar disposto a morrer e nem mesmo dizer que fará tudo por ela. Não é afirmar que se entrar um ladrão em casa você a manterá segura; não é dizer que entra na frente dela numa bala certeira. A questão aqui é prática e não teórica, ou seja, <strong>MORRA primeiro, espere a submissão depois</strong> &#8211; assim como Cristo fez, faça.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando Cristo morreu, dentre centenas de milhares de significados, sentidos e implicações, está aí também, inserido em sua morte o NÃO FAZER SUA PRÓPRIA VONTADE, mas a vontade daquele que o enviou. O passe de mim esse cálice, numa oração de Cristo ao seu Pai, o levou para a decisão da morte para sua própria vontade e o cumprimento da vontade de Deus: &#8220;Pai, se queres, afasta de mim este cálice; contudo, não seja feita a minha vontade, mas a tua&#8221; (Lucas 22.42).</p>



<h4 class="wp-block-heading">Desenhando</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Vou explicar melhor &#8211; primeiro você (marido) morre para sua própria vontade e faz a vontade de Deus. Se entrega de maneira bem real a Deus que só a vontade dele é que importa pra você. A partir disso, somente então, é que a esposa pode e deve sujeitar-se à VONTADE DE DEUS através da união que ela tem com você. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Você pensou mesmo que a sua esposa deveria se sujeitar a você para cumprir sua vontade? Não é a sua vontade que importa, mas a de Deus. Não é a sua palavra que importa, mas a Deus. Não é o seu desejo que importa, mas o de Deus.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Submissão no casamento nunca tem a ver com a mulher cumprir a vontade do marido; se o marido ainda tem vontade, ele não é marido, é um despota, abusador e que não se coloca diante de Deus como um homem deve se colocar: em sujeição completa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Não exija aquilo que você não deu!</p>



<p class="wp-block-paragraph">E no final, lembre-se: &#8220;Sujeitem-se uns aos outros, por temor a Cristo&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">#casamento #submissão #morte #vontadedeDeus #Cristo #cruz #GedeonLidório #Lidório</p>
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		<title>O Reino de Deus</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gedeon Lidorio]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jul 2019 14:54:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
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		<category><![CDATA[Coração]]></category>
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		<category><![CDATA[Pecado]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Como é que eu sei se estou mais preocupado com o Reino de Deus e com a sua justiça do que com &#8220;as demais coisas&#8221;? Essa é uma pergunta que me faço TODOS OS DIAS e para a qual não tenho resposta (para mim mesmo) simples e direta. Vou dar um exemplo para que possamos&#8230;</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Como é que eu sei se estou mais preocupado com o Reino de Deus e com a sua justiça do que com &#8220;as demais coisas&#8221;?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa é uma pergunta que me faço TODOS OS DIAS e para a qual não tenho resposta (para mim mesmo) simples e direta. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Vou dar um exemplo para que possamos pensar, já que não é tão simples (pelo menos em minha opinião), é preciso refletir.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Missões</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Um missionário, que está em um lugar pregando, alcançando pessoas para Cristo, fazendo o seu trabalho &#8211; ele pode estar nesse lugar, fincado dentro de um trabalho missionnário transcultural e ao mesmo tempo estar mais preocupado com &#8220;as demais coisas&#8221;, porque estas &#8220;demais coisas&#8221; não passam necessariamente pelo que fazemos, mas em como está nosso coração. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Quais são as motivações que me levam ao campo? Posso responder com facilidade: a vontade de Deus. Ok… mas e o meu coração? O que me leva até aquele momento? Quais são as perguntas e necessidades que temos que responder e corresponder? Quais os desejos que tenho de verdade? Onde está meu coração?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Será que se eu viver para Deus e seu Reino de maneira completamente desconhecida, sem o reconhecimento humano da minha família, dos meus amigos, dos meus pares, da sociedade, da igreja, das agências missionárias, dos que me sustentam no campo etc… será que ainda assim estaria eu envolvido com esta tarefa?</p>



<h2 class="wp-block-heading">Meu coração</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O coração é enganoso demais; minha atitudes conscientes são elaboradas através de algo muito superficial, o que manda mesmo é o que está no fundo e que de maneira inconsciente comanda minhas vontades, meus desejos, minhas ações, minhas reações, meus sentimentos…</p>



<p class="wp-block-paragraph">Podemos ainda pensar: Ah! eu apenas obedeço e vou lá e faço. Ok… esse é um entendimento muito superficial para uma tarefa que envolve toda a nossa vida (pelo menos é o que eu penso sobre mim).</p>



<h2 class="wp-block-heading">Jesus</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Jesus no Getsemani é uma incógnita para mim: todos os seus desejos estavam ali, sendo colocados diante de Deus e por três vezes ele fala com Deus sobre afastar o cálice. A dor, a responsabilidade, o peso, as circunstâncias da sua morte, o abandono… creio que tudo estava ali naquelas orações que ele fazia. Ele enfrenta a vergonha total, o abandono completo, o morrer sozinho, a dor física, mental e espiritual da crucificação, o julgamento, a não &#8220;boa fama&#8221; (afinal, morreu no meio de criminosos) e tantas outras questões humanas, mentais, espirituais, físicas, divinas etc que o acompanharam que nem mesmo temos noção.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sei que meu coração é diferente demais do de Jesus, <strong>sou pecador</strong>. Por isso, minha tendência não é fazer a vontade de Deus, mas a minha.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É aí que não sei mais dizer sobre a resposta diante do Reino e das demais coisas: meu coração é enganoso demais!</p>



<p class="wp-block-paragraph">#Lidorio #ReinodeDeus #Pecado #Meucoração #Reflexão</p>
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