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	<title>Arquivos Gedeon Lidório - Auriciene e Gedeon Lidório</title>
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	<description>Missionários</description>
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	<title>Arquivos Gedeon Lidório - Auriciene e Gedeon Lidório</title>
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		<title>A vida e o sofrimento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gedeon Lidorio]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jan 2020 20:03:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O sofrimento e a dor não são resultado apenas de doenças, pecados ou mesmo de situações de perseguição e injustiça. Por isso é preciso falar sobre a vida e o sofrimento.</p>
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<p>O sofrimento e a dor não são resultado apenas de doenças, pecados ou mesmo de situações de perseguição e injustiça. Por isso é preciso falar sobre a vida e o sofrimento.</p>



<p>Algumas vezes os sofrimentos estão ligados à relações diversas que temos com variado tipo de pessoas.</p>



<p>Nos sentimos machucados pela frieza de alguns. Pelo pouco caso que outros fazem de nós e de nossas necessidades. Por promessas não cumpridas, pelo abandono no caminho, pelas mudanças bruscas de planos e por tantos outros motivos.</p>



<p>Algumas vezes esta relação dolorida interfere em outras áreas da vida &#8211; como é de se esperar, pois tudo em nós está interligado. Aí as coisas tendem a piorar, dores são estendidas, danos são causados.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Bíblia</h4>



<p>Há um texto em Tiago (1.2) que, apesar de ter uma aplicação prática para uma época e situação de perseguição, fala muito sobre a atitude diante do sofrimento (seja ele qual for) &#8211; disse Tiago: &#8220;…considerem motivo de grande alegria o fato de passarem por diversas provações&#8221; (Tiago 1:2).</p>



<p>Nem vou me ater ao fato dele instar conosco que devemos considerar motivo de grande alegria passarmos por provações, mas somente na palavra provação em si.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Provação &#8211; &#8216;domimion&#8217;</h4>



<p>Provação aqui é &#8216;dokimion&#8217; &#8211; literalmente: &#8220;um teste&#8221;.</p>



<p>Para mostrar que algo é real, aprovado, para revelar o que é bom, genuíno.</p>



<p>&#8216;Dokimion&#8217; (que vem de &#8216;dokimazo&#8217; = testar) define que a provação é um teste para revelar uma aprovação, algo verdadeiro, genuíno, real e bom. </p>



<p>O fato é, que quando sou testado não se quer produzir fé ou confiança, mas revelar que tal confiança ou fé existem e são genuínas.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Fé genuína</h4>



<p>A fé genuína suporta a provação e se mostra real.</p>



<p>A fé genuína sente a dor do sofrimento. Ela, porém, não se nega a aparecer, pois ela está colocada em Deus e não em nós mesmos ou nas circunstâncias.</p>



<p>A fé que é provada responde: &#8220;Como está escrito!&#8221; Assim, ela compreende que a Palavra de Deus tem sempre a última resposta para a vida.</p>



<p>Não podemos nos isentar de sofrer diante das nossas derrotas pessoais. Certamente, quando a fé está presente na vida humana e ela é genuína, tendo sido dada por Deus, a realidade será mostrada para além da dor. Em Deus é que esperamos, clamamos, nos movemos e somos sarados.</p>



<p>Por inferência, parece que a finalidade da provação é gerar em nós maturidade e integridade. Tudo isso em meio a vida e o sofrimento.</p>



<p>Que Deus nos ajude com sabedoria sempre!</p>



<p><a href="mailto:gedeon@lidorio.com.br">Prof. Gedeon Lidório</a></p>
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		<title>Verdades óbvias sobre nós</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gedeon Lidorio]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Dec 2019 14:27:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Gedeon Lidório]]></category>
		<category><![CDATA[Lidório]]></category>
		<category><![CDATA[Natureza Pecaminosa]]></category>
		<category><![CDATA[Pecado]]></category>
		<category><![CDATA[Pecados]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Às vezes penso que nós nos esquecemos de algumas verdade óbvias sobre nós, pois a nossa maneira de enxergar o mundo gira em torno do bem e do mal e nesse dualismo tremendo somos tendentes, mais do que deveríamos, a achar que a vida realmente é assim - uma separação clara do que é bom, do que é ruim, do que é bem e do que é mal.</p>
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<p>Às vezes penso que nós nos esquecemos de algumas verdade óbvias sobre nós, pois a nossa maneira de enxergar o mundo gira em torno do bem e do mal e nesse dualismo tremendo somos tendentes, mais do que deveríamos, a achar que a vida realmente é assim &#8211; uma separação clara do que é bom, do que é ruim, do que é bem e do que é mal.</p>



<p>Para ser apenas simples, esse dualismo que mais parece zoroastrismo, precisa urgentemente sair de nós cristãos.</p>



<p>Lendo um relato hoje no Face, meus olhos pararam em um parágrafo desse relato/desabafo. Leia também:</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>&#8220;Que cultura estamos construindo que nos faz acreditar que há uma &#8220;escória da sociedade&#8221; e que obviamente não fazemos parte dela?&#8221; (Joabe Santos)</p></blockquote>



<h4 class="wp-block-heading">Acreditamos nisso?</h4>



<p>Olho para homens e mulheres cristãos que parecem realmente acreditar que pertencem a uma casta superior ou mesmo já não deveriam mais ser contados como humanos normais.</p>



<p>Nós, todos, cristãos ou não cristãos, fazemos parte da escória que é a humanidade. Todos fomos gerados em pecado (lembram-se de Davi no Salmo 51.5? &#8220;Eis que em iniquidade fui formado, e em pecado me concebeu minha mãe&#8221;). Todos cristãos e não cristãos, temos dentro de nós a nossa natureza pecaminosa. </p>



<h4 class="wp-block-heading">Nossa natureza</h4>



<p>Essa natureza está em todos os seres humanos, de todas as épocas. Todos somos desviados da vontade de Deus por causa do pecado que habita em nós (Isaías 53.6). O apóstolo Paulo chega a falar disso com tristeza, admitindo sua fraqueza e sua escravidão ao pecado (Romanos 7.14). Ele admite que há uma luta dentro de si mesmo que ele não gostaria que acontecesse (Romanos 7.25). Ele também leu o que Salomão escreveu: “Não há homem justo sobre a terra que faça o bem e que não peque” (Eclesiastes 7.20). Outro apóstolo, o João, também concorda com Paulo ao dizer que “se dissermos que não temos pecado nenhum, a nós mesmos nos enganamos, e a verdade não está em nós” (1 João 1.8).</p>



<p>O mais triste em tudo isso é que, quando Cristo nos transporta para o seu reino, através do seu sangue, morte e ressurreição, não perdemos essa natureza pecaminosa &#8211; ela continua aí, dentro de cada um de nós, lembrando o tempo todo que somos pó, que somos escória e que é pela pura misericórdia de Deus que ele não nos consome.</p>



<p>Não somos melhores, nem somos diferentes. Paulo ainda dá uma paulada (desculpem o trocadilho) em nossa visão míope de nós mesmos, quando ele pergunta:</p>



<p>&#8220;Somos nós mais excelentes? De maneira nenhuma, pois já dantes demonstramos que, tanto judeus como gregos, todos estão debaixo do pecado; como está escrito: Não há um justo, nem um sequer. Não há ninguém que entenda; não há ninguém que busque a Deus. Todos se extraviaram, e juntamente se fizeram inúteis. Não há quem faça o bem, não há nem um só. </p>



<p>Porque todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus&#8221; (Romanos 3:9-12 e 23).</p>



<h4 class="wp-block-heading">Transformação diária</h4>



<p>Creio que a esperança da transformação diária que deve existir no coração de cada cristão deve ser manifestar para ajudar pessoas a mitigarem suas dificuldades consigo mesmas, com o mundo e principalmente com Deus.</p>



<p>O plano final de Deus é que não vivamos mais no pecado (e nem pecando), mas enquanto estivermos carregando essa natureza em nós, como disse João, ainda pecaremos e é preciso que admitamos isso.</p>



<p>#pecado #pecados #naturezapecaminosa #GedeonLidorio #Lidorio</p>
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		<title>Nada é realmente tão simples assim</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gedeon Lidorio]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Oct 2019 19:26:19 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Gedeon Lidório]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Esta é uma expressão que me intriga, sempre. Parece simples, mas na verdade nunca é. Nada é realmente tão &#8220;simples assim&#8221;. Já notaram que a usamos para falar de coisa que realmente não são simples assim? &#8220;A política verdadeira é esta! Simples assim!&#8221; Não existe nada simples em política. &#8220;O verdadeiro evangelho é este! Simples&#8230;</p>
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<p>Esta é uma expressão que me intriga, sempre. Parece simples, mas na verdade nunca é. Nada é realmente tão &#8220;simples assim&#8221;.</p>



<p>Já notaram que a usamos para falar de coisa que realmente não são simples assim?</p>



<p>&#8220;A política verdadeira é esta! Simples assim!&#8221; Não existe nada simples em política.</p>



<p>&#8220;O verdadeiro evangelho é este! Simples assim!&#8221; Não existe nada de simples no evangelho.</p>



<p>&#8220;O verdadeiro sistema teológico é este! Simples assim!&#8221; Não existe nada de simples nos sistemas teológicos.</p>



<p>A frase, porém, que me chamou mais atenção foi: &#8220;Levante-se daí, saia dessa depressão, basta orar que Deus responde. Simples assim!&#8221;</p>



<p>A depressão (ou qualquer outro transtorno/condição mental/humana) nunca é algo simples. Há intrincados caminhos surreais que passam pela vivência, pela mente, pelo corpo, pela alma, caminhos estes que deturpam a visão da vida, anuvia os contornos das coisas e obscurece o dia mais claro.</p>



<p>Faço a mim mesmo sempre uma pergunta: porque queremos que as coisas sejam &#8220;simples assim&#8221;?</p>



<p>Temos muito medo de enfrentar as nossas idiossincrasias; temos muito medo de nos encontrar com o espelho e ver nossa alma; temos muito medo de olhar de verdade para dentro de nós, então a utopia da simplicidade toma conta, como uma fuga, um refúgio, uma viagem.</p>



<p>Nada é tão simples assim né?!</p>
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		<title>Por uma teologia da morte no casamento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gedeon Lidorio]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Sep 2019 20:32:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ouço e leio muita coisa e algumas delas me chamam mais atenção que outras. Algumas me levam a suspirar por uma teologia da morte no casamento. Algo que sempre chama minha atenção é quando vejo pessoas (homens ou mulheres) falando sobre submissão feminina no casamento a partir de conceitos bíblicos e teológicos. Quando eu, ou&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Ouço e leio muita coisa e algumas delas me chamam mais atenção que outras. Algumas me levam a suspirar <strong>por uma teologia da morte no casamento.</strong></p>



<p>Algo que sempre chama minha atenção é quando vejo pessoas (homens ou mulheres) falando sobre submissão feminina no casamento a partir de conceitos bíblicos e teológicos. </p>



<p>Quando eu, ou qualquer pessoa fala sobre submissão feminina atrelada ao conceito bíblico e teológico, precisa, antes de mais nada falar a respeito do homem e da sua posição no casamento.</p>



<p>No texto que Paulo evoca a submissão feminina (Efésios 5) ele fala várias coisas que são meio que ignoradas (de propósito) para chegar a um objetivo que trará a mulher para o &#8220;verdadeiro&#8221; lugar dela no casamento. Vejamos alguns destes pontos.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Sujeição mútua</h4>



<p>Em primeiro lugar, o versículo 21 é chave para o entendimento de todo o contexto (Efésios 5.21).</p>



<p>&#8220;Sujeitem-se uns aos outros, por temor a Cristo&#8221;.</p>



<p>Para começo de conversa a submissão (ou sujeição) é MÚTUA, ou seja, ambos (marido e mulher) são colocados no mesmo patamar: que precisam se sujeitar um ao outro.</p>



<p>Eu poderia parar aqui, mas tem mais.</p>



<h4 class="wp-block-heading">O lugar do homem no casamento </h4>



<p>No versículo 25 está escrito: &#8220;Maridos, amem suas mulheres, assim como Cristo amou a igreja e entregou-se a si mesmo por ela&#8221;.</p>



<p>Talvez esta seja um entrave para muitos homens entenderem que: <strong>antes de esperar que sua mulher seja submissa à você, você deve morrer por ela</strong>.</p>



<p>No início do capítulo 5, Paulo escreve: &#8220;e vivam em amor, como também Cristo nos amou e se entregou por nós como oferta e sacrifício de aroma agradável a Deus&#8221; (Efésios 5.2).</p>



<h4 class="wp-block-heading">Não é apenas disposição, mas prática</h4>



<p>Maridos, não é estar disposto a morrer e nem mesmo dizer que fará tudo por ela. Não é afirmar que se entrar um ladrão em casa você a manterá segura; não é dizer que entra na frente dela numa bala certeira. A questão aqui é prática e não teórica, ou seja, <strong>MORRA primeiro, espere a submissão depois</strong> &#8211; assim como Cristo fez, faça.</p>



<p>Quando Cristo morreu, dentre centenas de milhares de significados, sentidos e implicações, está aí também, inserido em sua morte o NÃO FAZER SUA PRÓPRIA VONTADE, mas a vontade daquele que o enviou. O passe de mim esse cálice, numa oração de Cristo ao seu Pai, o levou para a decisão da morte para sua própria vontade e o cumprimento da vontade de Deus: &#8220;Pai, se queres, afasta de mim este cálice; contudo, não seja feita a minha vontade, mas a tua&#8221; (Lucas 22.42).</p>



<h4 class="wp-block-heading">Desenhando</h4>



<p>Vou explicar melhor &#8211; primeiro você (marido) morre para sua própria vontade e faz a vontade de Deus. Se entrega de maneira bem real a Deus que só a vontade dele é que importa pra você. A partir disso, somente então, é que a esposa pode e deve sujeitar-se à VONTADE DE DEUS através da união que ela tem com você. </p>



<p>Você pensou mesmo que a sua esposa deveria se sujeitar a você para cumprir sua vontade? Não é a sua vontade que importa, mas a de Deus. Não é a sua palavra que importa, mas a Deus. Não é o seu desejo que importa, mas o de Deus.</p>



<p>Submissão no casamento nunca tem a ver com a mulher cumprir a vontade do marido; se o marido ainda tem vontade, ele não é marido, é um despota, abusador e que não se coloca diante de Deus como um homem deve se colocar: em sujeição completa.</p>



<p>Não exija aquilo que você não deu!</p>



<p>E no final, lembre-se: &#8220;Sujeitem-se uns aos outros, por temor a Cristo&#8221;.</p>



<p>#casamento #submissão #morte #vontadedeDeus #Cristo #cruz #GedeonLidório #Lidório</p>
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		<title>Evangelização: sendo testemunhas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gedeon Lidorio]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Aug 2019 19:48:23 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Fomos chamados para sermos testemunhas de Jesus, praticar a evangelização sendo testemunhas. O texto de Atos 1.8 sempre é muito impactante para mim. Nele, Jesus diz para os seus discípulos (por extensão a cada discípulo dele ao longo dos tempos) que seremos suas testemunhas. Existe um contexto espcialmente missionário nesse texto. Não vou me deter&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Fomos chamados para sermos testemunhas de Jesus, praticar a evangelização sendo testemunhas. O texto de Atos 1.8 sempre é muito impactante para mim. Nele, Jesus diz para os seus discípulos (por extensão a cada discípulo dele ao longo dos tempos) que seremos suas testemunhas. </p>



<p>Existe um contexto espcialmente missionário nesse texto. Não vou me deter agora. Quero apenas pensar neste pequeno post o seguinte: somos testemunhas de que? </p>



<h2 class="wp-block-heading">Testemunhas</h2>



<p>A ideia por trás de tal palavra (testemunha) tem a ver com a vida que se tem. Somos testemunhas de algo que conhecemos, que vivemos, que experimentamos. </p>



<p>Se eu não conheço, não sou testemunha. Se eu não vivo com ele (Jesus) não sou testemunha. Se eu não experimento o poder do evangelho vou ser testemunha de que mesmo?!</p>



<p>Conhecer as palavras não me faz uma testemunha.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Como ser uma testemunha?</h2>



<p>Como posso ser testemunha do perdão de Deus se não o tenho experimentado em minha própria vida, tanto recebendo como perdoando? </p>



<p>Como posso ser testemunha do amor de Deus se não tenho sentido amor por aquelas e aqueles que são meus inimigos (Deus nos amou sendo nós ainda seus inimigos…) e desejo que fracassem, que morram, que fiquem longe de mim?</p>



<p>Como posso ser testemunha da ação milagrosa de Deus na transformação de pessoas se nego a transformação que pode acontecer comigo e mudar os rumos da minha vida?</p>



<p>Eu poderia falar várias horas sobre isso, mas creio que já deu para a gente entender o sentido. </p>



<p><strong>Ser testemunha precisa ser algo prático, vivencial, algo que posso demonstrar com minha vida e não apenas com minhas palavras</strong>.</p>



<p>De nada adianta eu gravar um vídeo ou fazer um post sobre as verdade imensuráveis do evangelho se não vivo cada uma destas coisas. </p>



<p>É por isso que Jesus disse que a igreja seria sua testemunha e enviou antes do cumprimento desta palavra o Espírito Santo. É ele que irá promover a transformação em nossa vida!</p>



<p>Seja uma testemunha! Viva como uma!</p>



<p>#Evangelização #Propósito #Comunicação #Humanidade #Testemunha #GedeonLidorio</p>
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		<title>Barreiras à evangelização</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gedeon Lidorio]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Aug 2019 18:46:44 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Muitas são as barreiras à evangelização: culturais, pecaminosas, falta de prioridade no tempo etc. Muitos tem medo da Evangelização. Quando encontro pessoas assim vejo que nós (incluo a mim mesmo nesta quantidade de pessoas) fomos geralmente ensinados de maneira errada quanto à evangelização. Culpa como barreira à evangelização Via de regra, o &#8220;método&#8221; para ensinar&#8230;</p>
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<p>Muitas são as barreiras à evangelização: culturais, pecaminosas, falta de prioridade no tempo etc. </p>



<p>Muitos tem medo da Evangelização. </p>



<p>Quando encontro pessoas assim vejo que nós (incluo a mim mesmo nesta quantidade de pessoas) fomos geralmente ensinados de maneira errada quanto à evangelização.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Culpa como barreira à evangelização</h2>



<p>Via de regra, o &#8220;método&#8221; para ensinar cristãos a evangelizar é a CULPA. <br>
Fale sinceramente: quantos sermões missionários ou mesmo de instrução você já ouviu que estabeleceu uma noção de CULPADO em você? </p>



<p>Do tipo: Há muitos morrendo e se você não fizer nada Deus vai requerer o sangue da sua vida! Se seu vizinho morrer hoje, será que ele testemunhará que ouviu de Jesus por você? E assim por diante, somos o tempo todo confrontados com nossa culpa como se isso fosse nos conduzir com alegria para uma tarefa tão sublime quanto à evangelização.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Você e a culpa</h2>



<p>Imagine você realizando esta tarefa com o sentimento de culpa em alto grau, com pressa para fazer porque se não o fizer terá sangue nas mãos, constrangido porque não fez antes, sentindo-se a pior das pessoas porque afinal Cristo morreu por mim e fez tudo por mim, sou um inútil em não me dedicar à evangelização.</p>



<p>Bem, que somos servos inúteis isso já sabemos, mas não creio, em absoluto, que a melhor motivação para nos tornamos pessoas que evangelizam passe pela culpa imposta por quem nos ensina. </p>



<p>Parece que Cristo veio para, dentre outras coisas, me libertar da culpa do pecado, menos de quando eu não evangelizo, esse aí não é um pecado elegível para libertação!!</p>



<p>Creio, sinceramente, que o melhor incentivo para que pessoas evangelizem outros seja o exemplo que vejam em quem ensina; não somente o exemplo de gente que adora falar, mas gente que gosta de AMAR outras pessoas e se entregam por elas. Não há ensino maior que esse, pois é nesse amor encarnado, quando olhamos para a necessidade do outro, que sentimos empatia ou mesmo simpatia pela pessoa que estamos direcionando nossa fala e ação é que o Espírito Santo comunica aos nossos &#8220;aprendizes&#8221; como devem evangelizar (amando!). </p>



<p>Culpa produz ressentidos e não incentiva ninguém a ser melhor.</p>



<p>#GedeonLidorio #Evangelização #Discipulado #Missões</p>
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		<title>Evangelização em meio à nossa humanidade e nossos medos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gedeon Lidorio]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Aug 2019 14:44:50 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Dentro de cada um de nós, cristãos, existe uma necessidade que deve nos levar ao desejo de compartilhar nossa fé. Alguns mais e outros menos. Por isso é importante conversarmos sobre a evangelização em meio à nossa humanidade e nossos medos. Muitas vezes tentamos esconder essa necessidade e (usando um termo da psicanálise) acabamos recalcando&#8230;</p>
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<p>Dentro de cada um de nós, cristãos, existe uma necessidade que deve nos levar ao desejo de compartilhar nossa fé. Alguns mais e outros menos. Por isso é importante conversarmos sobre a evangelização em meio à nossa humanidade e nossos medos. </p>



<p>Muitas vezes tentamos esconder essa necessidade e (usando um termo da psicanálise) acabamos recalcando (escondendo bem no fundo e até mascarando) essa necessidade.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Não é fácil</h2>



<p>O ato de evangelizar (compartilhar nossa fé) não é algo fácil para ninguém.</p>



<p>Temos medos e eles são reais: o que vão pensar de mim? Será que vão me achar antipático? E se me compararem com outros que tem uma vida cristã diferente da minha? Será que vou perder amigos com isso? Tenho vergonha, nunca falei com ninguém sobre isso. E se eu não souber responder a questões difíceis? Acho que é o pastor/a (ou o missionário) que deve fazer isso, o máximo que posso fazer é levar alguém lá na igreja. Estas e outras frases podem muito bem caber em várias situações nossas.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Dons</h2>



<p>Sei que existem pessoas que tem dons (falarei sobre isso mais tarde) que o impulsionam normalmente a compartilhar a fé, a falar de Jesus, a alcançar pessoas, mas a grande maioria de nós não é assim. </p>



<p>Encontrei um amigo certa vez, que me perguntou sobre isso e disse (dele) que não conseguia evangelizar e que sabia que Deus o perdoaria por isso, pois afinal ele era apenas humano e essa é realmente uma limitação humana; como ele não tinha o dom para isso, então não se preocupava mais com esse tipo de necessidade. </p>



<p>Não consegui responder para ele na hora que me falou, mas aquilo me impactou e depois pensei mais sobre isso, porque sobre mim mesmo vinha sempre o espírito de abatimento com esta questão da evangelização. </p>



<p>Hoje sei que isso (essa dificuldade) não reside no fato de sermos humanos, pois, o mais humano entre nós (Jesus) lidava muito bem com isso e então, parece a mim, que quando mais humanos formos, quanto mais nos conhecermos e compreenderemos nossas limitações, seremos melhor usados por Deus em seus propósitos, pois, o &#8220;poder de Deus se aperfeiçoa em nossa fraqueza&#8221; (2 Co 12.9), ou seja, é nessa condição de humanos que seremos palco da atuação de Deus, pois ele agirá em nós, por nós e através de nós por causa da sua graça que nos basta.</p>



<p>Às vezes fico pensando que nós compreendemos errado esse negócio de sermos mais parecidos com Jesus. Parece que queremos entender que Deus nos quer mais parecidos com o Jesus divino, mas nada está mais longe da verdade. Deus nos levará a sermos mais parecidos com o Jesus humano. </p>
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		<title>Evangelização e propósito de Deus</title>
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		<pubDate>Thu, 01 Aug 2019 14:19:50 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Existem pessoas a quem nós temos acesso, influência e capacidade de comunicar e que simplesmente deixamos passar o tempo, as oportunidades e não compartilhamos de nossa fé com estes, portanto é preciso falar sobre evangelização e propósito de Deus. Influentes para evangelização Às vezes são pessoas que somente nós temos influência suficiente para compartilhar nossa&#8230;</p>
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<p>Existem pessoas a quem nós temos acesso, influência e capacidade de comunicar e que simplesmente deixamos passar o tempo, as oportunidades e não compartilhamos de nossa fé com estes, portanto é preciso falar sobre evangelização e propósito de Deus. </p>



<h2 class="wp-block-heading">Influentes para evangelização</h2>



<p>Às vezes são pessoas que somente nós temos influência suficiente para compartilhar nossa fé (essa pessoa nos escutará), mas alguma coisa impede que o façamos.</p>



<p>Outras vezes não compartilhamos de nossa fé devido a pensarmos no problema que isso pode acarretar, por exemplo: alguém pode achar que sou fanático ou ainda pode pensar que não sou inteligente porque falo ou vivo pela fé e assim por diante. </p>



<h2 class="wp-block-heading">Comunicar como propósito</h2>



<p>Evangelização é mais do que FALAR (ainda que FALAR seja grande parte do processo), evangelização é COMUNICAÇÃO e COMPARTILHAMENTO.</p>



<p>Evangelização basicamente é comunicação e esse comunicação precisa ser de forma inteligível. Comunicar uma mensagem que não pode ser compreendida pelo outro que nos ouve/vê/sente não faz nenhum sentido e certamente não é evangelização. </p>



<p>Desde o princípio Deus, que é COMUNICATIVO, resolveu revelar para o ser humano sua presença e o fez de forma não somente perceptível, mas de maneira inteligível. </p>



<p>Jesus segue na mesma linha do Pai, declarando quem é, o que veio fazer, para onde vai e o que quer. </p>



<h2 class="wp-block-heading">Propósito</h2>



<p>Creio que um dos propósitos de Deus para nós, cristãos, em relação à evangelização é que aprendamos a ser simples e naturais quanto à comunicação da vida de Deus em nós, através de nós e nos outros, mas o cumprimento deste propósito requer aprendizado, paciência, perseverança e fé.</p>



<p>Cumprir os propósitos de Deus para nós geralmente não são fáceis, pois lutamos com o pecado em nossa carne, a influência do sistema mundano e o inimigo de nossas vidas &#8211; portanto a luta é sempre tripla.</p>



<p>Este já é um assunto para outro post 😉</p>
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		<title>Evangelizar, discipular e fazer missões</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gedeon Lidorio]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Aug 2019 13:51:40 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Os dias passam de forma tão sombria que o amor e o fervor por evangelizar, discipular e fazer missões estão se tornando obsoletos em boa parte das pessoas com quem tenho algum contato. Você pode até argumentar: a maneira como evangelizar mudou, o discipulado precisa ser diferente e missões é feita a partir de casa&#8230;</p>
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<p>Os dias passam de forma tão sombria que o amor e o fervor por evangelizar, discipular e fazer missões estão se tornando obsoletos em boa parte das pessoas com quem tenho algum contato.</p>



<p>Você pode até argumentar: a maneira como evangelizar mudou, o discipulado precisa ser diferente e missões é feita a partir de casa mesmo.</p>



<p>Compreendo o argumento e penso mesmo, sinceramente, que o mundo mudou mesmo.</p>



<p>Sou professor de teologia, plantio de igrejas, missões, novos modelos eclesiais há muito anos e sei que o mundo mudou. Mudaram-se também as formas pelas quais podemos e devemos evangelizar, discipular e fazer missões.</p>



<p>Não é disso que estou falando aqui e, sim, do que a Palavra de Deus fala sobre Evangelização, Discipulado e Missões e como, em nossa época, devemos e podemos interpretar tais textos que continuam, nisso creio piamente, falando a nós hoje como foi verdade que falou à todos aqueles e aquelas que ouviram e leram estes textos no passado.</p>



<p>É um bom exercício tentar ler o texto para a nossa realidade hoje. </p>



<p>Tenho algumas considerações a fazer a o farei em próximos posts.</p>
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		<item>
		<title>O mal na personalidade humana – comprometidos com uma teologia para o desenvolvimento saudável do ser humano</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gedeon Lidorio]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 08 Aug 2010 21:39:40 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O ser humano se desenvolve a partir das várias fontes da sua vida – seja seus fatores genéticos, físicos, heranças psicológicas, educação, ambiente, cultura, família, grupos religiosos etc. Isso sempre resulta na formação da sua cultura, porém, esta pequena célula da cultura, o ser humano individualizado é também um fator transformador desta cultura e pode&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O ser humano se desenvolve a partir das várias fontes da sua vida – seja seus fatores genéticos, físicos, heranças psicológicas, educação, ambiente, cultura, família, grupos religiosos etc. Isso sempre resulta na formação da sua cultura, porém, esta pequena célula da cultura, o ser humano individualizado é também um fator transformador desta cultura e pode agir de acordo com todas ou partes destes valores, sentimentos e noções adquiridos inclusive modificando seus caminhos ao longo da vida.</p>
<p>Sua personalidade vem sendo adquirida ou formulada ou formada a partir de vários contextos: o seu habitat, sua cultura e integrados dentro disso o auto conhecimento, seus sentimentos e seu modo de agir, mas não somente isso, pois a espiritualidade, apesar de fazer parte da cultura também é um circulo maior que integra o ser humano fazendo dele um ser integral.</p>
<p><span id="more-56"></span></p>
<p>Ao pensar em Gênesis 1.27 enxergamos Deus criando os seres humanos à sua imagem e semelhança, parecidos com Deus – ‘Assim Deus criou os seres humanos; ele os criou parecidos com Deus. Ele os criou homem e mulher’ (BLH). Esta imagem e semelhança deve nos remeter para o fato de Deus ser uma pessoa e ter integralidade dentro do seu ser – fomos (homem e mulher) criados iguais a Deus neste sentido – somos pessoas integrais, com poder de raciocínio, vontade, desejos, sentimentos, agimos, percebemos etc.</p>
<p>A melhor tradução no Antigo Testamento para ‘adám’ (Adão não é um nome próprio, mas sim um termo ‘genérico’ para ser humano) é ser humano – ou ‘indivíduo da espécie humana’, gente, pessoa. No texto de Gênesis 1.27 então, temos a seguinte construção: Deus criou o ser humano (‘criou Deus, pois, o homem’ &#8211; ARA) no mesmo versículo então explica qual foi a ‘modalidade’, de que tipo de pessoa está tratando este primeiro termo – ‘macho e fêmea os criou’ (ARC). Os termos são diferentes – primeiro usa-se ‘adám’ (ser humano) e depois ‘zakár’ (macho) e ‘nequebá’ (fêmea). A ênfase então do versículo recai sobre a criação do ser humano (‘adám’), da pessoa e o fato de colocar-se aqui macho e fêmea é apenas ao tipo ou forma que aparenta. Precisamos pensar então na questão do gênero humano e não somente no sexismo que gera a partir dos gêneros macho e fêmea como categorias hierarquicamente definidas feita pela práxis teológica através dos séculos e não por Deus ou pela Bíblia.</p>
<p>Muito tempo se passa e as definições a respeito do ser humano passam necessariamente pela sua forma ou designação funcional hierárquica pois a definição tende a ser biológica (macho e fêmea sexualmente definidos) ou seja, a diferença entre um e outro é que define o que é ser indivíduo, mas o texto em Gênesis mostra o contrário ao definir que Deus criou o ser humano e só então é que infere sua diferenças formais, não de forma binária hierárquica mas como complementaridade.</p>
<p>Luiz Pasquali falando sobre os tipos humanos diz que ‘compete à Psicologia do desenvolvimento humano, à Antropologia, à Sociologia, à Ecologia e outras ciências afins (a Teologia também?) elucidar como estes contextos moldam, modificam e estruturam os tipos humanos’ (1999, p. 32). Ele descreve os critérios utilizados para proceder a análise destas características que forma os tipos humanos divididos em o SER (físico e mental) e as FACULDADES (conhecer, sentir, agir). As várias combinações destas variáveis são analisadas também.</p>
<p>Estas variáveis da formação dos tipos humanos levam suas angústias para cada área em que se situam – se no conhecimento há desordens e dificuldades de ver ordem na realidade que o cerca; se no sentimento as angústias concentram-se no temor do isolamento, na manifestação da solidão e as ações tem angústias que tiram do ser humano a possibilidade de controle da própria vida.</p>
<p>Todas estas angústias e dificuldades citadas acima, nas áreas de convivência e necessidades humanas engendram a má formação da personalidade humana; não são causadoras, mas o pecado que invade a vida e alma do ser humano o coloca naturalmente ao lado do mal – na queda fizemos uma escolha, escolhemos a independência de Deus e assim uma vida que vai na contra mão de sua vontade. Toda a estrutura da personalidade do ser humano então passa por subjetividades muitas vezes não mensuradas por valores concretos.</p>
<p>Agir em diakonia nesse caso é ajudar aqueles que estão ao nosso redor, nossos próximos a encontrarem dentro de suas subjetividades os seus reais valores como seres humanos, resgatando-os da opressão a que são submetidos muitas pelas até mesmo pela religião institucionalizada causando, dentre outras coisas baixa estima, doenças, abandonos e desgraças. Cristo é o supremo exemplo de ação para nossa vida, quando ele andava com os oprimidos e atendia às suas necessidades não simplesmente porque isso era o que precisava ser feito para que os outros o reconhecessem, mas porque este era o propósito da sua vinda, veja:</p>
<p>O Espírito do SENHOR Deus está sobre mim, porque o SENHOR me ungiu para pregar boas-novas aos quebrantados, enviou-me a curar os quebrantados de coração, a proclamar libertação aos cativos e a pôr em liberdade os algemados; a apregoar o ano aceitável do SENHOR e o dia da vingança do nosso Deus; a consolar todos os que choram e a pôr sobre os que em Sião estão de luto uma coroa em vez de cinzas, óleo de alegria, em vez de pranto, veste de louvor, em vez de espírito angustiado; a fim de que se chamem carvalhos de justiça, plantados pelo SENHOR para a sua glória (Isaías 61:1-3 – ARA).</p>
<p>Como função do ministério cristão devemos levar a Cristo para que ele cuide destes seres humanos confusos, quebrantados, cativos, algemados, que choram, que estão de luto, que tem o espírito angustiado para a glória dele mesmo.</p>
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