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	<title>Arquivos Amor - Auriciene e Gedeon Lidório</title>
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	<title>Arquivos Amor - Auriciene e Gedeon Lidório</title>
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		<title>Cansado de ler tanta coisa doida</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gedeon Lidorio]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 22 Feb 2020 08:19:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Quer dizer então que a argumentação de muitos cristãos para as questões políticas dentre outras é descer a um nível de baixo calão e achar correta colocar pra fora o que se tem de podre por dentro como forma de fazer o &#8220;melhor&#8221;? Desde quando que o movimento da força humana de argumentos e palavras&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Quer dizer então que a argumentação de muitos cristãos para as questões políticas dentre outras é descer a um nível de baixo calão e achar correta colocar pra fora o que se tem de podre por dentro como forma de fazer o &#8220;melhor&#8221;?</p>
<p>Desde quando que o movimento da força humana de argumentos e palavras tem tomado na sua vida o lugar do vento do Espírito? Desde quando você se esqueceu das palavras de Jesus que diz que carne (projetos e construções humanas) só produzem carne e não conseguem produzir vida, pois somente o vento (Espírito) pode fazer isso? E quanto Jesus fala sobre estas coisas não está nos incentivando a vivermos de braços cruzados, mas sim, depender do Espírito Santo de Deus para que a vida sopre.</p>
<p>Será que nos esquecemos que não é pela força, mas pelo meu Espírito, como diz o Senhor?</p>
<p>Quando Cristo orienta a que devemos amar aqueles que se opõem diretamente a nós, será que ele pensou que isso só valeria para a sua época? E desde quando amar significa querer destruir? Quando Jesus olhava para um ser humano em sofrimento, quer seja uma prostituta ou um jovem rico, ele os amava, sentia sua dor e não vejo em momento nenhum ele dizendo: vou destruí-los, preciso fazer com que aprendam através da força da minha vida e vou bater tanto neles que terão que aprender que estão mexendo com Deus &#8230;</p>
<p>Não &#8230; ele foi lá, subiu na cruz e morreu por eles.</p>
<p>Outros argumentam: eu preciso defender os meus direitos. Ah é? E quem defende o direito de tantos que são excluídos? Quer dizer então que você defende os seus direitos e o resto deixa nas mãos de Deus &#8211; isso é puramente egoísmo e falso evangelho.</p>
<p>Não me venha com fatalismos determinantes absurdos. Sim, eu sei que Deus é justiça como também é amor, mas esses não são duas parte de Deus e sim que o conjunto faz parte do todo que ele é e a sua melhor manifestação de justiça foi na cruz, onde Cristo morreu por mim e por você antes mesmo que tivéssemos condições de sequer conhece-lo.</p>
<p>Deus sabe o que faz e quando ele nos orienta a amar aqueles que são nossos inimigos ele não estava pra brincadeiras&#8230;</p>
<p>Quer dizer então que se você fizesse parte de uma igreja perseguida em países com restrição à vida cristã, o que faria? Iria começar a matar os seus algozes?</p>
<p>Bem, se sua vida é baseada nos seus &#8220;achismos&#8221; e argumentos pessoais então não passam de força bruta, tenho certeza que sua fé não resistiria a perseguição que muitos de nossos irmãos e irmãs tem passado em diversas parte do mundo.</p>
<p>O dia em que aprendermos a sacralizar menos as coisas e sacramentalizarmos mais as pessoas viveremos um evangelho mais genuíno. Gostamos da verticalidade da relação com Deus, mas abominamos a horizontalidade da relação com o outro &#8211; viver o evangelho assim não é viver o evangelho, é criar uma outra forma que não é a de Deus. Vejo como você vive o evangelho não é no tempo que passa dentro das igrejas, cantando, louvando, adorando, dando dízimos e ofertas, mas sim em como se relaciona com as pessoas &#8211; é nessa oportunidade que mostramos se somos ou não cristãos verdadeiros.</p>
<p>Cansado de ler tanta coisa doida.</p>
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		<title>A morte de uma igreja</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gedeon Lidorio]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 26 Jan 2019 19:01:01 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Tenho visto vários &#8220;curtir&#8221; ou &#8220;comentários&#8221; e &#8220;compartilhamentos&#8221; no Face sobre a morte de uma igreja de diversos autores, &#8220;teólogos&#8221; e pastores e fico pensando algumas coisas interessantes sobre essa morte da igreja. A afirmação está correta, creio eu, de que a morte de uma igreja está ligada ao fato de que esta não associa&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Tenho visto vários &#8220;curtir&#8221; ou &#8220;comentários&#8221; e &#8220;compartilhamentos&#8221; no Face sobre a morte de uma igreja de diversos autores, &#8220;teólogos&#8221; e pastores e fico pensando algumas coisas interessantes sobre essa morte da igreja.</p>
<p>A afirmação está correta, creio eu, de que a morte de uma igreja está ligada ao fato de que esta não associa a doutrina com a vida, ou seja, cria um abismo entre a ortodoxia (corpo de coisas que se crê) e a ortopraxia (a prática na vida daquilo que se crê). Isso é a mais pura verdade.</p>
<p>O que me fez rir hoje de manhã foi pensar em QUAIS SÃO AS DOUTRINAS que esses caras que afirmam isso estão pensando, qual é o seu zelo doutrinário.</p>
<p>Conhecendo vários destes teólogos que afirmam esta verdade posso imaginar e citar algumas doutrinas que não estarão NUNCA na vida prática destes e de muitos outros e que anunciam a morte de uma igreja tanto quanto:</p>
<p>A GRAÇA. Talvez essa seja a principal doutrina em que a igreja despreze e que seja por causa dessa a sua morte.</p>
<p>A GRAÇA de Deus é o extrato da vida de qualquer pessoa.</p>
<p>Vejo líderes, pastores, teólogos, gente que quer falar sobre a PALAVRA DE DEUS, mas que são desprovidos do motivo maior de estarmos vivos: A GRAÇA DE DEUS.</p>
<p>Uma teologia boa não é uma teologia que APRISIONA pessoas, ao contrário, é uma teologia que LIBERTA. Jesus, ao afirmar que o conhecimento da VERDADE (ele é a verdade) iria libertar as pessoas com certeza não estava pensando no ZELO doutrinário, mas na GRAÇA DE DEUS.</p>
<p>Jesus zelava pela &#8216;doutrina&#8217;? Creio que sim, mas aí precisaremos entender que &#8216;doutrinas&#8217; eram essas para ele.</p>
<p>Seguir religiosamente preceitos, leis e mandamentos foram substituídos por JESUS com o maior dos mandamentos: AMAR A DEUS SOBRE TODAS AS COISAS E AO PRÓXIMO COMO A TI MESMO.</p>
<p>Nos dias de Jesus, ele &#8216;curava no sábado&#8217; (foi recriminado pelos &#8216;teólogos&#8217; da época, porque isso não era um zelo doutrinário e essa doutrina do sábado era a mais importante da época daquele judaísmo).</p>
<p>Jesus &#8216;colhia espigas de milho no sábado&#8217; (novamente foi recriminado pelos &#8216;teólogos&#8217; de plantão). Para os fariseus hipócritas (que mascaravam a vida depravada interna com sua religiosidade e práticas que chamavam de santidade) a lei e a doutrina eram mais importantes que a vida. Jesus mostrava, que como DEUS que era (e é!) que a vida é mais importante que a doutrina.</p>
<p>Jesus fez muita coisa que foi condenada pelos líderes religiosos de sua época: andou com prostitutas, comeu na casa de ladrões, caminhava com gente ruim de toda a espécie, numa clara demonstração do cumprimento da sua vinda à terra na encarnação: &#8220;eu vim para os doentes, pobres, excluídos. Os &#8220;são&#8221; não precisam de médico&#8221;.</p>
<p>Falar tudo o que Jesus fez que contrariou a vida e o pensamento dos &#8216;teólogos&#8217; da sua época seria reeditar o evangelho&#8230; Não dá &#8211; podemos ler lá e aprender.</p>
<p>Hoje, porém, existem &#8216;seres humanos&#8217;, líderes, pastores, teólogos que realmente entendem que são mais entendidos da Palavra de Deus e da sua vontade do que o próprio Jesus e numa &#8216;reedição&#8217; fraudulenta das palavras de Cristo incitam-nos a um zelo doutrinário farisaico, falso, hipócrita onde a DOUTRINA se torna mais importante que a VIDA e que entendem que a santidade é DEIXAR DE FAZER CERTAS COISAS ou FAZER CERTAS COISAS.</p>
<p>Santidade, entendo, é VIDA COM DEUS em intimidade apesar das minhas mazelas, dos meus pecados, das minhas idiossincrasias e da maneira como (igual a Paulo) eu não consigo ficar bem comigo mesmo quando o &#8216;bem que quero não faço e o mal que não quero é minha prática&#8217; e aí, Deus vem para mim e me diz: &#8220;Eu sei meu filho, conheço o seu coração e vejo sua sinceridade, infelizmente a sua vida foi invadida pelo pecado, pela dor e pelo sofrimento, pelas faltas do passado que te marcaram e fizeram de você o que é hoje e sei, porque te conheço e te amo, te fiz, te salvei e me coloquei dentro de você, sei que essa luta que trava dentro de você é inglória e que vai cair, se machucar, se ferir, chorar e sofrer, mas não te abandono NUNCA e sempre renovarei sobre você a minha graça, porque a minha graça te basta&#8221;.</p>
<p>Ter a ideia de que SEGUIR a lei e os mandamentos &#8216;da igreja&#8217; é viver uma vida piedosa é ser contrário à própria palavra onde Paulo aos Gálatas afirma claramente que viver na lei é DECAIR DA GRAÇA DE DEUS.</p>
<p>Somos seduzidos pela vida na lei, nos mandamentos, na &#8216;doutrina&#8217; como se isso fosse a vontade de Deus para nós&#8230; Se fosse realmente, Cristo não teria vindo encarnado para &#8216;pagar&#8217; o preço por tudo aquilo que nós nunca conseguiríamos pagar.</p>
<p>Não descanse na sua vida de pecado assim como também não deve descansar na sua vida de piedade falsa e hipócrita, condenando os outros pelas práticas que tem e mandando para o inferno aqueles a quem Deus salvou.</p>
<p>Viva uma vida de INTIMIDADE com Deus e dependa da graça dele, porque todo o resto é HUMANIZAÇÃO da religião e vai te levar na contramão do caminho de Deus.</p>
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		<title>Jugo desigual num casamento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gedeon Lidorio]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 20 Jan 2019 19:28:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Muito se fala e pouco se explica dessa &#8220;prática&#8221; religiosa e por ser religiosa sempre que se fala sobre jugo desigual pensa-se religiosamente. Estar em jugo desigual (originalmente refere-se a uma canga colocada em animais para ou puxar um arado ou fazer serviços na agricultura, onde dois animais treinados e com o mesmo porte e&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Muito se fala e pouco se explica dessa &#8220;prática&#8221; religiosa e por ser religiosa sempre que se fala sobre jugo desigual pensa-se religiosamente.</p>
<p>Estar em jugo desigual (originalmente refere-se a uma canga colocada em animais para ou puxar um arado ou fazer serviços na agricultura, onde dois animais treinados e com o mesmo porte e propósito conseguem puxar o arado ou a carroça e fazer o serviço sem impedimentos) não é algo RELIGIOSO, mas de formação humana, de propósito de vida e de visão (cosmovisão) de como se enxerga os caminhos, a vida, as pessoas, a si mesmo e aos outros, principalmente nesse caso &#8211; o Outro.</p>
<p>Jugo desigual não é ter uma &#8220;fé&#8221; diferente, não é pertencer a uma &#8220;comunidade de fé diferente do outro&#8221;. Esse jugo pode ser muito bem com duas pessoas que caminham com o mesmo tipo de fé. Só pode ser medido a partir do AMOR. O amor precisa ser o prumo para medir e também o ambiente onde tudo é nivelado, colocado de forma correta e que faça sentido. Insistir num relacionamento onde o jugo é desigual é ruína na certa. Se não for através de um &#8220;escândalo&#8221; externo, será através de um morrer interno diário, onde a vida vai passando de alegria e descoberta em conformismo e passividade.</p>
<p>Muitos casamentos acontecem mais por causa das &#8220;circunstâncias que envolvem&#8221; do que pelo outro necessariamente. Às vezes se casa por causa da família, ou para formar-se uma família. É um bom propósito, mas não sustenta uma união a dois coerentemente.</p>
<p>Às vezes se casa porque a pessoa do outro lado é uma boa pessoa, agradável, ou tem dinheiro, é reponsável, ou ainda porque a família gosta dele ou dela. Vai então acostumando-se com o outro, namora, se casa e começam então a viver uma vida em comum, a ter e enfrentar problemas e de repente enxerga-se que caminham para lados diferentes, tem propósitos diferentes na vida e enxergam tudo de um ponto de vista que não é o do outro.</p>
<p>Nessa hora o parceiro que tem mais a perder se cala, se conforma e entra numa passividade total, onde anula-se (num gesto que interpreta como cristão &#8230;) e vive uma vida interna miserável por causa de uma estrutura familiar falida e sem sentido.</p>
<p>Se eu ganhasse 1 real toda vez que encontro uma pessoa assim, já seria rico.</p>
<p>O processo se dá quando começamos a conhecer verdadeiramente o outro (e também a nós mesmos). Tentamos em vão &#8220;mudar&#8221; o outro e não conseguimos, então mudamos a nós mesmos.</p>
<p>Estes, estão em jugo desigual &#8230;</p>
<p>Se você não ama, não case. Amar é muito mais que estar apaixonado. Amar é CONHECER, é saber que esse outro ou outra terão defeitos, mas existe algo na sua essência que te faz bem e te complementa como pessoa. ser COMPLEMENTADO como pessoa é muito mais importante que ser completo com dinheiro, bens, estrutura social, eventos, amigos, festas em família e tudo mais. Todo o resto, a estrutura, é complementar, mas o que há de pessoalidade é VIDA e portanto não há vida na estrutura pura e simples, só há vida quando ela brota dentro de nós.</p>
<p>Num casamento onde não há jugo desigual não é isento de problemas, mas consegue-se conversar sobre tudo, presente, passado ou futuro, há sinceridade, enxergam a vida e os caminhos do mesmo ponto de vista, querem chegar no mesmo lugar de realização pessoal, compreendem um ao outro sem que haja necessidade de muitas explicações ou palavras, conhecem-se a si mesmos e ao outro com profundidade, não há limites para as conversas, para o abrir do coração, as dores são compartilhadas, os momentos de fraqueza não são passados em puro silêncio, as dúvidas são exercidas e há uma cumplicidade com a vida que tudo passa a fazer sentido real apenas quando faz sentido real para os dois.</p>
<p>Sexo, dinheiro, família, filhos &#8230; isso qualquer um pode ter (ou não), mas essa intimidade profunda pertence apenas aqueles que se abrem, que estão dispostos a sofrer as dores da descamação, do retirar das máscaras diante do outro. Uma vida estrutural que é o que muitos vivem hoje em dia não é casamento, mas conveniência, aparência e adoecimento. Uma prisão horrível.</p>
<p>A vida ao lado de alguém a quem não se ama de acordo com a proposta de amor dentro da conjugalidade, é um inferno pessoal intransponível.</p>
<p>Você pode até conformar-se com o deserto, mas esse não é o lugar de moradia de nossa alma.</p>
<p>Sem esse amor que nivela, nada aproveita. Os maiores sacrifícios são em vão e a vida não vale a pena.</p>
<p>Para evangélicos, porém, esse tipo de &#8220;conversa&#8221; é absurda &#8230;</p>
<p>Como diz o Caio Fábio (em quem foi &#8216;inspirado&#8221; este post) o evangelho para estes não é uma boa nova, mas uma velha prisão.</p>
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		<title>Amor como o de Jesus</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gedeon Lidorio]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Jan 2018 03:19:21 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Amor]]></category>
		<category><![CDATA[Jesus]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fico imaginando como é que fomos parar onde estamos: a única coisa que fazemos com os outros é ROTULAR e quase sempre os rotulamos pelos &#8220;pecados&#8221; que mais cometem. Esse puritanismo seco, que não olha para ninguém a não ser pra si mesmo e suas grandes idéias do que é certo e errado, herdado das&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Fico imaginando como é que fomos parar onde estamos: a única coisa que fazemos com os outros é ROTULAR e quase sempre os rotulamos pelos &#8220;pecados&#8221; que mais cometem. Esse puritanismo seco, que não olha para ninguém a não ser pra si mesmo e suas grandes idéias do que é certo e errado, herdado das culturas que nos trouxeram o evangelho tem matado o AMOR no meio do povo de Deus.</p>
<p>Aquele ali, dizemos, é um corrupto. Aquele outro é um adúltero. Esse outro é um ladrão. Aquela ali é fútil. Aquele outro é um beberrão &#8230; e assim por diante.</p>
<p><span id="more-77"></span></p>
<p>Jesus vivia em meio aos pecadores (Graças a Deus!!!) e no meio deles ele convivia sem rotular ninguém. Tratava a todos com amor, compaixão e restaurava a dignidade de muitos &#8211; a mulher que fora pego em adultério ele olhou, a amou, viu o seu sofrimento e a perdoou. Ao corrupto ladrão de impostos ele amou e foi jantar com ele em casa para levar-lhe a salvação. Aos que o negaram na sua prisão para morrer ele voltou, apareceu, os amou e os constituiu pastores do seu rebanho. Aqueles que estavam ali mandando mata-lo ele perdoou e pediu ao Pai para não lhes imputar nenhuma justiça, pois eles não sabiam o que estavam fazendo. A mulher suspeita que le lavou os pés ele amou e tratou com dignidade. Nunca andou longe dos pecadores; esteve em casamentos e festas deles; entrava em suas casas para comer e se abrigar; caminhava junto com eles nos caminhos; providenciava comida quando famintos; curava as almas daqueles que se entregavam para os demônios&#8230; enfim, fez tudo diferente do que fazemos&#8230;</p>
<p>E nós ainda nos chamamos de &#8216;pequenos cristos&#8217; (cristãos) !!!</p>
<p>Amar de verdade é justamente querer a pessoa do jeito que ela é (&#8230;) e isso é MUITO raro em nossos dias (&#8230;). Toda vez que alguém te amar assim, não saia mais de perto dela, pois ela está sendo Cristo na sua vida (&#8230;).</p>
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		<title>Quatro homens leprosos &#8211; 2 Reis 7.3-9</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gedeon Lidorio]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 31 Mar 2009 02:20:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Amor]]></category>
		<category><![CDATA[Antigo Testamento]]></category>
		<category><![CDATA[Leprosos]]></category>
		<category><![CDATA[Missões]]></category>
		<category><![CDATA[Sacrifício]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Até que ponto você está disposto a sacrificar-se, por amor a Cristo, pelos outros? INTRODUÇÃO: Em maio de 1973, uma equipe de missionários ingleses devidamente preparados, tanto na área bíblica, missiológica, quanto linguisticamente foi enviada para um trabalho de apoio no interior de Níger onde, em um Posto Missionário junto à tribo “Batuqui”, um casal&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Até que ponto você está disposto a sacrificar-se, por amor a Cristo, pelos outros?</p>
<p><strong>INTRODUÇÃO:</strong></p>
<p>Em maio de 1973, uma equipe de missionários ingleses devidamente preparados, tanto na área bíblica, missiológica, quanto linguisticamente foi enviada para um trabalho de apoio no interior de Níger onde, em um Posto Missionário junto à tribo “Batuqui”, um casal de missionários enfrentava um grande problema.</p>
<p>Após longa caminhada por região de savanas áridas, esta equipe composta por 2 missionários experientes, um médico e um missionário-antropólogo chegou à tribo “Batuqui”.</p>
<p>O casal de missionários que ali trabalhava há 3 anos, John e Magge, havia tido filhos há cerca de 8 semanas no próprio posto que encontrava-se inserido entre várias aldeias. A gravidez de Magge foi normal e no parto descobriram que eram GEMEOS: dois meninos sadios.</p>
<p>Instantaneamente sentiram que todas as aldeias ao redor ficaram inquietas e pararam de ir até o Posto Missionário, até que, passando duas semanas do parto, o chefe de toda a tribo na região norte dirigiu-se ao Posto e explicou-lhes incisivamente que quando nascem dois ou três e não apenas um como é natural, significa que a ordem natural de todo o mundo foi alterada e pragas, epidemias, tremores de terra e morte irão acontecer em todas as regiões do grande mundo, seja ali ou longe. É necessário, portanto, que uma das crianças seja sacrificada para que a ordem natural se restabeleça no mundo e voltem a viver tranqüilos.</p>
<p>John manifestou-se tentando por três dias explicar-lhe que o nascimento de gêmeos fazia parte da “naturalidade” e não da “inaturalidade” do sistema mundial, mas em vão. Por fim disse que não sacrificariam um de seus filhos, porque era bênção e não maldição.</p>
<p>Saindo dali, o chefe convocou toda a tribo para uma grande reunião e lhes explicou o que aconteceu e que uma criança não seria sacrificada; desta forma “como já fizeram nossos ancestrais quando Tunoco fugiu com seus filhos para que não fossem sacrificados, temos que convocar o ‘hantchumalan’. E todos, ouvindo isto voltaram em prantos para suas aldeias.</p>
<p>John, perguntando, descobriu que Tunoco foi um homem que viveu cerca de 200 anos atrás e é o único precedente histórico de alguém que, durante toda a história da tribo, negou um dos seus filhos ao sacrifício quando nasciam gêmeos ou trigêmeos. Instituiu-se ali então um ritual chamado “hantchumalan” que significa “todos irão pagar”, onde TODAS as crianças até a “idade de nome” (cerca de 5 anos) terão que ser SACRIFICADOS coletivamente.</p>
<p>John e Magge não conheciam a cosmovisão “Batuqui” sobre gêmeos ou trigêmeos até aquele momento. Durante seus 3 anos de trabalho ali não nasceram nem gêmeos ou trigêmeos em toda a tribo.</p>
<p>O “hantchumalan” foi marcado para quando “a lua estivesse branca e assim todos pudessem ver nela, refletidos, os rostos e lágrimas de todos os pais pranteando seus filhos mortos” &#8211; cerca de dois meses depois.</p>
<p>Não houve agressividade da tribo para com John e Magge, entretanto, os seis convertidos com seu trabalho agora estavam em dúvida: “Não nos ensinaram a amar o outro como amamos a nós mesmos? Se deixamos todas as crianças morrerem porque não abrimos coração (expressão que significa ‘abrir mão’) de um de nossos filhos então NÃO SABEMOS O QUE É AMOR!”</p>
<p>1. Como missionários no local o que fariam?<br />
2. Como membro da equipe missionária de apoio, qual seria sua atitude?<br />
3. Como igreja enviadora ou como intercessor e conselheiro para a obra missionária qual seria o seu conselho?</p>
<p>TEXTO DE II REIS 7.3-9</p>
<p><strong>I &#8211; O CERCO DE BEN-HADADE</strong></p>
<p># 6:24 &#8211; Em que se consistia um cerco?</p>
<p>Quase toda cidade daquela época era fortificada, ou seja, possuía grande e alto muro ao redor de toda a extensão de suas casas. Samaria possuía estes muros e poucas portas de acesso para dentro dos muros da cidade. À noite, as portas eram fechadas e ninguém entrava ou saía mais dali. Era a única maneira de manter os inimigos de fora da cidade.</p>
<p>A estratégia de guerra era interessante:</p>
<p>Ben-Hadade reunia todo o seu exército (de acordo com a enciclopédia judaica que cita a Literatura Rabínica, ele tinha 120 mil soldados, incluídos os soldados dos 32 reis que eram seus aliados) e sitiava a cidade. Faziam o seu acampamento ao redor de toda a cidade, armando tendas, fazendo fogueiras, a uma distância que todos que subissem nos muros da cidade conseguiriam enxergá-los, mas nenhuma flecha ou lança os alcançaria. Ali permaneciam por semanas, meses ou quem sabe anos, não deixando que ninguém entrasse na cidade ou saísse dela com vida. Ficavam acampados ao redor da cidade até que a comida e a bebida de dentro da cidade acabasse, e aí, enfraquecidos e famintos, os moradores da cidade abririam as portas e os deixariam entrar. Assim tomavam a cidade sem ter que se esforçar.</p>
<p>A fome começara a apertar em Samaria. 6:25</p>
<p>A fome era tanta que aquelas pessoas que ainda possuíam algum recurso compravam cabeças de jumento por 80 ciclos de prata (mais ou menos 50 dólares hoje) e com cinco ciclos (mais ou menos três dólares e meio) de prata compravam esterco de pombas. O historiador judeu Flávio Josefo diz que o esterco servia de sal para a cabeça de jumento a ser comida. Outro comentarista fala que o esterco servia de combustível para refogar a cabeça de jumento. Qualquer uso disso dá nojo em quem imagina.</p>
<p>Mas havia pessoas, como em toda cidade há, que não tinham 85 ciclos de prata para comprar cabeças de jumento e esterco de pombas. Não tinham nada&#8230; Mas para saciar a própria fome, mulheres estavam se alimentando da mais vil das comidas:</p>
<p>6:26-29<br />
seus próprios filhos, sendo cozidos e comidos.</p>
<p>Tamanha era a fome em Samaria, mas nem assim o Rei conseguia enxergar seu pecado e o pecado do seu povo, mas antes pretendia achar um culpado para toda aquela situação. Sendo assim jogou a culpa em cima de Eliseu, o profeta do Senhor, que morava ali na cidade e estava sofrendo o cerco juntamente com todos.</p>
<p># Que semelhança tem estes acontecimentos com nossos dias?</p>
<p>Muitas semelhanças.</p>
<p>1. Satanás cerca com todo o seu exército as vidas dos homens, suas casas e suas cidades querendo tomar posse de tudo.</p>
<p>Ele “mata” toda ajuda que pode chegar até nós, e não deixa que nada saia de nós em expressão verbal ou emocional que pode nos ajudar. Ele faz questão de cercar nossas vidas, nossas casas, nossas cidades e esperar. Esperar até que abrimos a porta para que ele entre lhe dando o lugar de honra, o lugar do dono.</p>
<p>2. Nossa gente, faminta e já “comendo os seus próprios filhos” abre as portas, escancara os ferrolhos, para que ele entre para dominar tudo e todos.</p>
<p>Quando pais deixam seus filhos sem correção, instrução, limite estão justamente abrindo as portas de suas vidas e famílias para que o inimigo entre e faça com a família o que quiser.</p>
<p>3. Com o cerco, pessoas se alimentam do que tem dentro e assim passam a ter mais fome do que é mal, do que é podre. A mente fica tão poluída que não dá mais para limpar. Cauteriza-se a mente&#8230;</p>
<p>4. O que poderemos dizer ao olharmos para o caso recente do pai e a madrasta de uma menina linda e inocente, Isabela, a mataram com as próprias mãos – “alimentando-se” com o ódio e saciando a sede e fome com a morte da criança?</p>
<p><strong>II &#8211; A DISPOSIÇÄO E O USO DO SENHOR</strong></p>
<p># “&#8230; levantaram-se&#8230;”<br />
Impressiona-me que Deus poderia usar homens e mulheres importantes que ali se encontravam.</p>
<p>Deus poderia ter usado o Rei; ou quem sabe um de seus príncipes; ou até mesmo um levita ou sacerdote; um capitão do exército do Rei; ou ainda além de todo, Deus poderia ter usado o seu profeta para avisar o povo de Samaria que já estava livre, mas Deus fez uso de instrumentos que a olhos humanos não eram nem dignos de entrar na cidade, quanto mais de serem usados por Deus (a própria lei do Senhor era rígida ao ponto de nem aceitarem-se que morassem dentro da cidade ou arraial).</p>
<p>Deus usou quatro homens leprosos. Isto mostra que Deus, o nosso Deus, usa leprosos&#8230;</p>
<p>A pergunta, porém, é:</p>
<p>Até que ponto você está disposto a sacrificar-se, por amor a Cristo, pelos outros?</p>
<p>Quem aqui pode levantar sua mão e dizer que não é leproso?</p>
<p>A Bíblia sempre compara a lepra com o pecado e deste ponto de vista não há nenhum homem sobre esta terra (a não ser Jesus!) que não seja “leproso” &#8211; PECADOR.</p>
<p>Mas para você que sempre se sentiu desprezado, amargurado e sem capacidade para ser usado por Deus eu digo:</p>
<p>Deus quer usar leprosos como eu e você!</p>
<p><strong>III &#8211; A MENSAGEM DE LIBERTAÇÄO</strong></p>
<p>Eles, os leprosos, entraram em algumas tendas e levaram para esconder riquezas incontáveis e muita comida, fartando-se de tudo aquilo que tinham sido privados já a bastante tempo.</p>
<p>Eles nem estavam se lembrando, a princípio, da cidade que lá permanecia, como se o inimigo ainda não tivesse sido derrotado, morrendo sem saber que podia libertar-se, sair e alimentar-se, pois, Deus já resolvera o problema do cerco&#8230;</p>
<p>Outra pergunta é: “Será que não fazemos o mesmo?”</p>
<p>Domingo após domingo, trabalho após trabalho, nos alimentamos, fartamos nossa alma e espírito, comendo toda sorte de manjares espirituais, mostrados para nós através da palavra de Cristo, porém, não somos como os leprosos em sua segunda fase: não escutamos a voz do Espírito Santo a gritar em nossos ouvidos que “a cidade”, as gentes, os povos, as nações, as línguas e as raças precisam de alguém que vá até eles, que retorne e lhes fale sobre a libertação já promovida por Cristo na cruz.</p>
<p>Egoisticamente permanecemos imóveis enquanto milhões se perdem sem nem mesmo ouvir de Cristo uma única vez.</p>
<p>As 2000 nações ainda não alcançadas continuam intocadas pelo evangelho do Senhor. De 1920 para cá, 930 povos já se extinguiram sem terem tido a oportunidade de ouvir de Jesus uma única vez&#8230;</p>
<p>Deus quer usar leprosos, mas leprosos que tenham DISPOSIÇÃO e que escutem a voz do Espírito Santo</p>
<p><strong>CONCLUSÃO</strong>:</p>
<p>A situação do mundo não mudou nada.</p>
<p>Em uma região da África, 300 animais são sacrificados aos espíritos numa só noite (enquanto que suas crianças morrem de inanição);</p>
<p>Milhões passam fome na Índia, enquanto seus animais são cultuados e adorados como deuses;</p>
<p>Em uma região africana, crianças com até oito anos ainda podem ser sacrificadas ao deus Mal, para aplacar sua ira contra o povo;</p>
<p>No Brasil, crianças são mutiladas e sacrificadas para satisfação de caprichos e raiva de parentes, amigos ou desconhecidos.</p>
<p>Nem precisamos ir tão longe – olhe ao seu redor. Quanto sacrifício você está disposto a fazer para cuidar daquele que está ao seu lado? Quanto do seu ego você pode deixar de lado? Quanto do seu egoísmo? Quanto sono pode perder para orar por ele? Quanto abraço pode dar no seu irmão fazendo-o sentir-se amado e querido.</p>
<p>Até quando você vai esperar?</p>
<p>O QUE VOCÊ PRETENDE FAZER?</p>
<p>Levantar-se da porta onde está assentado inerte e ir até o arraial do inimigo, ou permanecer assentado até morrer e assim outro irá tomar o seu lugar, no seu banco, assentado até morrer também&#8230;</p>
<p># &#8211; A História dos Gêmeos</p>
<p>Um dia antes do sacrifício de todas as crianças da tribo “Batuqui”, John e Magge chegaram à conclusão que deveriam entregar um de seus filhos para ser sacrificado em lugar das dezenas de crianças da tribo.</p>
<p>John levantou-se e foi até a casa do chefe com seu filho escolhido para o sacrifício nos braços. Chegando lá, para espanto do chefe entregou o seu filho para ele e lhe disse que sacrificasse em lugar das outras crianças.</p>
<p>O chefe chamou toda a tribo e disse emocionado:</p>
<p>“Nunca pensei que alguém que não fosse de nossa tribo nos amasse de tal maneira, que desse seu filho para morrer pelos nossos filhos”.</p>
<p>Virando para John disse: “Nunca pensei que você entregaria seu filho para ser sacrificado”.</p>
<p>Dizendo isto, o chefe levou o filho do missionário para perto dele e devolveu-o não o aceitando para o sacrifício. Olhou para os seus próprios filhos, escolheu o mais novo, de apenas nove anos, e sacrificou no lugar do filho do missionário.<br />
Hoje, anos mais tarde, há uma Igreja forte plantada no meio daquele povo, um povo que hoje, serve ao Senhor e não mais aos espíritos.</p>
<p>O missionário deu o que tinha de melhor&#8230;</p>
<p>Até que ponto você está disposto a sacrificar-se, por amor a Cristo, pelos outros?</p>
<p>“Se Jesus Cristo é Deus e morreu por mim, nenhum sacrifício será tão grande que eu não possa fazer por Ele!” (Charles T Studd)</p>
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